Filme B

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Não costumo muito escrever e indicar coisas que não gostei. Mas sinceramente esse não deu para passar em branco. Tive a oportunidade (oportunidade não, porque na verdade eu ia assistir Wall-E, e me arrependo profundamente de não ter feito) de assistir o novo filme de Manoj Nelliattu Shyamalan, Fim dos Tempos. Diretor de outros títulos como, A Dama na Água, A Vila, Sinais, Corpo Fechado e O Sexto Sentido, que desses, em minha opinião, só A Vila e O Sexto Sentido se salvam.

Shyamalan nesse novo projeto, fez o que podia e o que não podia também. O filme é fraco de conteúdo, faz muitas releituras a outros como por exemplo, Extermino 2 e trabalha em cima de um tema batido como já tratado aqui. Tem alguns efeitos especiais de mortes que são até interessantes, mas como o próprio diretor disse “Eu quis fazer um filme B, fantástico e divertido”, parabéns, conseguiu. O fantástico vem pela semelhança no enredo com Os Pássaros de Alfred Hitchcock como disse Zeca Camargo em seu blog
, mas o divertido é o que fala mais alto. Tive o desprazer de presenciar uma montagem fraca (vou reservar um parágrafo para esse comentário).
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Logo nas primeiras cenas do filme, pude presenciar a aparição indesejada do microfone ambiente no topo da tela, e o pior não é ter aparecido, o pior foi ter insistido (espero que isso seja só um problema de edição em algumas salas de cinema). As cenas foram seguindo e o microfone foi aparecendo, mais uma vez, mais uma, mais uma, e outra, e mais outra. Pude presenciar vários tipos, cores e tamanhos de microfones. Em quase todas as cenas abertas lá estava ele, o que não demorou muito a arrancar risos de todas as pessoas presentes na sala de cinema. Só tenho uma palavra para resumir, “Bizarro”. Pensei que ao término do filme aquilo seria desmascarado como uma pegadinha (pelo menos era o que eu esperava, no mínimo), mas para minha ingênua surpresa, Shyamalan conseguiu realmente fazer um filme B.

Tirando esses detalhes, fiquei pensando em uma questão, será que isso tudo não foi proposital? Tipo, o cara quis realmente fazer aquilo, produzir um filme fraco e com muitos defeitos, só para poder comprovar qual inútil é a nossa capacidade de enriquecer o poder “hollywoodiano” de fazer cinema? Ah, isso fica para uma longa discussão, quem já assistiu ao filme e pôde comprovar a cena, deixe suas experiências nos comentários. Já se você ainda não assistiu, aqui vai uma dica, não faça como eu, não troque Wall-E, pelo menos lá é animação e com certeza não vai aparecer nenhum microfone.

Comédia, a alma do negócio

Não é nada recente, já foi falado em alguns lugares e muita gente já conhece. Stand-up Comedy. Um assunto que ganhou repercussão mais recentemente no Brasil, através de nomes como Rafinha Bastos, Marcela Leal, Danilo Gentili, Diogo Portugal, entre outros (desculpe-me os outros, mas é que realmente são muitos nomes atualmente). Estilo de representação que já consagrou nacionalmente comediantes como Jô Soares e Chico Anysio, e internacionalmente Steve Martin, Robin Willians, Eddie Murphy, Billy Crystal e Jim Carrey.

Stand-up Comedy é um estilo artístico que exige do ator-humorista, alto poder de persuasão e um grande jogo de cintura, o monólogo (geralmente), é feito de maneira para que pareça improviso. Atualmente os meios de comunicação e relacionamento, como é o caso mais específico do Youtube, favoreceram a propagação desse trabalho que já vem sendo realizado há muito tempo. Outra forma de propagação “gringa”, é o canal de TV paga, Comedy Central, especializado no assunto.
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Entrando então um pouco mais no tema publicidade, outros meios e mídias já fizeram uso do talento de caras como os citados acima. Um exemplo não muito recente foi a utilização de Rafinha Bastos para um campanha da Kibon
, bem interessante, na qual o humorista tinha sua vida filmada em uma espécie de reality show. Outro exemplo mais recente é da LG. Foi criado um hotsite para divulgação do novo televisor, a New Plasma. A ação contou com Danilo Gentili e novamente Rafinha Bastos, que apresentaram ao vivo (com streaming) um talk-show, para mostrar as lorotas que são ditas por aí, incluindo o que é dito sobre as TV’s de plasma. Os vídeos estão disponíveis no Youtube e no próprio site. Vale a pena conferir, engraçado como sempre.
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Dica do assunto (Rodrigo Moralles)

Cada um com seu mascote

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Já dizia Jõao Paulo II que “Deus é brasileiro e o papa é carioca”. Dessa vez quem deu um jeitinho de arrumar uma forcinha divina foi o Flamengo, para manter a boa fase no campeonato, o presidente do time arrumou uma forma de entregar um modelo personalizado da nova camisa promocional para o papa Bento XVI. Como a igreja diz que Deus é onipresente, espero que dessa vez ele esteja mais focado em São Paulo. Dá-lhe Verdão.

Momento éDuka #4

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Caricaturas - Gilbert Berois.

Gay: todo e qualquer indivíduo formado pelo método grego de ensino.
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Amarelo Manga, alguém mais viu?

O título é sugestivo, mas a pergunta não é exatamente sobre a projeção. Vi recentemente (atrasado por sinal), Amarelo Manga, do diretor Cláudio Assis. Um filme brasileiro que tem em seu elenco nomes como, Matheus Nachtergaele, Jonas Bloch, Dira Paes, Chico Diaz, Leona Cavalli e Jonas Mello. Muito bom (comentário pessoal), além da trama gostosa de assistir, traz alguns temas questionáveis, tais quais, amor, religião, traição, ciúmes, raiva, vingança, entre outros.

Conversando com um colega sobre a arte subliminar na propaganda (assunto totalmente a ver com o que estou falando), comecei a lembrar da capa do filme, que aparentemente não havia percebido nela, nenhuma representação simbólica, parecia uma capa abstrata (parecia). Desculpem se só eu demorei em perceber, mas a capa traz sim um desenho muito bem definido e não tem nada de abstrata. Quem já assistiu ao filme fica fácil, é só lembrar da cena de Lígia com Isaac no bar, já quem não assistiu, dá uma olhada aí em baixo.
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Viu alguma coisa?

Continuação

Recebi 3 e-mails sobre o tema abordado no post anterior. Muito bacana por sinal, afinal, eram de pessoas que não são da área e gostariam de saber um pouco mais sobre o termo, na verdade, o que elas querem, é mais alguns casos para poder exemplificar melhor a situação.

Então lá vai.

Estas são algumas peças de arquivo, não tenho a origem de todas, e muito menos qual veio primeiro, mas já servem como bons exemplos. Segue abaixo seus respectivos pares de inspiração.
Primeiro exemplo:
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Segundo exemplo:
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Terceiro exemplo:
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Quarto exemplo:
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Espero que tenham servido de exemplos válidos, qualquer coisa nova que aparecer eu volto a postar.

Chupou ou não chupou?

“Chupada”, como é conhecida no meio Publicitário a elaboração de duas idéias iguais ou até fortemente parecidas, independente do local aonde foram criadas. O maior problema é saber até qual ponto isso pode ser considerado proposital, plágio ou pura coincidência. O assunto rende no mercado da propaganda um bom debate. Muitos consideram impossível e inaceitável, uma dupla de criação, não ter visto referências a respeito da idéia selecionada para determinada campanha.

Porém, o problema aqui tratado não será o fato de ter procurado ou não, e sim, sobre o chamado Inconsciente Coletivo. O que impediria duas pessoas em lugares distantes, ou nem tanto assim, de terem a mesma idéia para o mesmo produto ou segmento?

Vejamos os casos a seguir, são produtos, conceitos e posicionamentos diferentes.
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Virgin Mobile
Agência:
Hemisphere Droit - França
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Saint Vacant Shoes
Agência:
EuroRSCG - Finlândia
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Topper
Agência: Lew, Lara - Brasil

Contudo, seguem o mesmo raciocínio. Então, o que impediria pessoas terem as mesmas idéias para os mesmos produtos?

Diferente das experiências individuais (também conhecidas por inconsciente pessoal, assunto abordado por Freud), esses vão de encontro ao inconsciente coletivo, que por sua vez, busca analisar os materiais herdados pela humanidade. Nesse inconsciente estariam localizadas todas as imagens comuns aos seres humanos, conhecidos como traços funcionais. Carl Gustav Jung, psiquiatra, definiu tais traços como Arquétipos (são percebidos em comportamentos externos, especialmente aqueles que se aglomeram em torno de experiências básicas e universais da vida, como nascimento, casamento, maternidade, morte, separação, entre outros).

As pessoas são submetidas a condições que se tornam padrão em determinados momentos, muitas vezes passamos por experiências já passadas por outros, ou mesmo que já se tornaram periódicas. Isso leva a criação de um inconsciente coletivo.

Outro ponto interessante a ser considerado a respeito das coincidências de idéias, é a Globalização. O que ocorre constantemente aqui onde vivemos, ocorre neste exato momento em outros lugares, que devido a isso, há uma mistura e quando não, uma perda de culturalismo.

Somos fechados a novas experiências, a experimentar novos ambientes, a conhecer novas pessoas, a mudar. Simplesmente nos privamos de absorver as diferenças, e assim nos tornamos alvos fáceis da padronização do sistema político e econômico, onde o principal objetivo é equiparar toda nação, para mais fácil “manipulação”.

Então, pra você que pensa em seguir essa carreira, uma dica seria válida. Busque muitas referências, veja muitas peças, acompanhe sempre que possível os concursos, eventos, premiações, dê uma olhada em portfólios de agências e anuários dos mais variados lugares, não fique só no mundo da propaganda, leia, assista, ouça, busque de tudo um pouco e o mais importante, não se preocupe caso aconteça com você, porque mais cedo ou mais tarde, um dia você pode ser chupado.

Dica do assunto (Felipe Arriaga)

Qual é a diferença?

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Li uma reportagem da Romênia divulgada pela agência HotNews, com a seguinte manchete, “Morto ganha eleições municipais”, o conteúdo era mais ou menos assim, um candidato democrata chamado Neculai Ivascu, 58, faleceu no último domingo (15/06), dia das eleições locais, as quais, venceu com 1051 votos, contra os 1028 recebidos por seu adversário liberal. Os eleitores tomaram conhecimento da morte no mesmo dia da votação, mas por enquanto, Ivascu, que morreu por causa de uma doença crônica no fígado, continua sendo oficialmente prefeito de Voinesti, já que as leis não previam tal situação.

Agora minha dúvida. Como podemos saber ao certo se um político está morto de verdade? Será que é quando ele fica parado, inerte e não toma mais decisões? Será que é quando não chama mais a atenção com situações escandalosas e não ouve mais as reivindicações da população? Será que é quando faz de conta não ver o clamor popular por reformas ou será simplesmente por não resolver mais nada?

Alguém, por favor, poderia dar uma olhada no congresso, com certeza tem gente por lá só precisando ser enterrada então.

3º Encontro de Redação Publicitária em Paraty

Vai acontecer nos dias 1, 2 e 3 de Agosto, o 3º Encontro de Redação Publicitária em Paraty (tá eu sei, já está no 3º e você talvez não ouviu falar nem dos outros dois, tudo bem, somos uma classe desfavorecida, é para isso que temos blogs como o Puta Sacada, para defender essa turma). O encontro acontece no Rio de Janeiro através de uma iniciativa da ALAP (Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade) e conta com palestras de nomes como Pedro Cabral – CEO da Agência Click, Roberto Duailibi – Presidente da DPZ, Eduardo Almeida – Diretor de Criação da Quê Comunicação (que é responsável pela divulgação do encontro), Flávio Medeiros – Presidente do CCRJ, Klaus Rabello – Diretor da 2tag.net, Hiran Castello Branco – Diretor da Giacometti Propaganda e Jomar Pereira da Silva Roscoe – Presidente da ALAP.

Aqui
no site do evento, você consegue mais informações como, inscrições, local a ser realizado, objetivo do encontro e uma parte interessante, concurso. O 3° Encontro Publicitário está proporcionando um concurso de redação para todos os estudantes de comunicação do Brasil, as inscrições vão até 7 de Julho de 2008, o regulamento e o briefing também estão disponíveis no site. A taxa de inscrição é de R$20,00 por texto e dá ao vencedor direito a entrada gratuita e um dia de oficina de redação (lógico) no evento, mas com hospedagem, translado e alimentação, tudo por conta do estudante, e o vencedor da oficina em Paraty, ganhará uma bolsa no curso de Portfólio da ESPM/Rio.

Tirando alguns detalhes que talvez não agrade a todos, o evento será a reunião de grandes cabeças da arte de escrever idéias, onde serão discutidas tendências, problemas e claro, soluções. Segue abaixo alguns materiais de divulgação do 2º Encontro, até o momento desse texto, os desse ano ainda não haviam sido divulgados.
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Contrariando Maurice Merleau-Ponty

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Vanessa Beecroft, artista plástica italiana.

Não quero fazer comparações ou críticas maldosas, mesmo porque já dei algumas risadas com o tipo de humor produzido pela turma do Pânico na TV, mas é que ultimamente a forma apelativa e abusiva de fazer humor, vem passando dos limites. A imagem da mulher (objeto), sendo cada vez mais usada e abusada, começa a passar para a sociedade uma noção de falta de conteúdo. O programa que há algum tempo passou por dificuldades internas, devido a quantidade de ações que a dupla mais famosa da casa (Vesgo e Sílvio) trouxe, fez com que os produtores passassem a explorar mais, outros ambientes, fazendo viagens com a desculpa da cobertura de eventos internacionais, para tirar um pouco o foco dos alvos daqui.

Ainda tratando sobre apelação, o Pânico não se limita somente em denegrir o sexo frágil, ironiza também as classes menos favorecidas da sociedade, expõe ao ridículo, pessoas que por muitas vezes agem impulsionadas por um incentivo (financeiro), dada suas condições na grande parte dos casos, limitando-se assim, a uma liberdade que já não é mais sua. Maurice Merleau-Ponty, conhecido filósofo francês do século XIX, dizia que a questão da liberdade está na compreensão do corpo. Segundo ele, não temos um corpo, somos na verdade nosso corpo, sendo assim, nosso corpo não é objeto.

Em contrapartida, uma outra forma, mesmo que nada
inovadora, traz algumas boas e inteligentes risadas aos rostos nacionais. O programa CQC, da rede Bandeirantes de televisão, comandado por Marcelo Tas, nos brinda com um humor muito bem sacado, trabalhando com questões sociais e ainda assim, sem deixar de lado as boas tiradas. Sem fazer uso até o momento de mulheres em seu elenco (não que eu tenha alguma coisa contra, pelo contrário, só estou dizendo que o humor não é apelativo como o do Pânico), conquistaram seu espaço e a fidelidade de alguns milhares de telespectadores.

Agora, depois de todas essas palhaçadas que andam acontecendo é como diz aquela velha história, Merleau-Ponty deve estar se contorcendo no caixão todos os domingos às 20h30.

Adeus investimentos

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Os Estados Unidos entram em recessão; o número de empregos cai; consequentemente o número de compradores ativos também cai; caindo o número de compradores ativos lá, a quantidade de importações feitas da China cai; a China sendo o maior exportador para os Estados Unidos, deixa de vender muito; deixando de vender muito, passa a perder dinheiro; perdendo dinheiro, perde mão de obra; não tendo mão de obra suficiente deixa de comprar em grandes quantidades também; não comprando em grandes quantidades, pára de importar; a China não tendo mais dinheiro para importações, prejudica o Brasil, que é hoje um de seus maiores importadores; o Brasil não exportando mais para a China, deixa de ganhar subsídios; não ganhando subsídios, o Brasil tem menos dinheiro para investimentos; se mesmo com investimentos nós já vivemos como vivemos, imagina sem eles?

A solução promocional

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Andei vendo algumas faixas promocionais com os seguintes dizeres: “Assine SKY e ganhe o Campeonato Brasileiro”. A partir desse raciocínio eu fiquei pensando, por que ao invés de pagar R$ 9,5 milhões pelo passe de um tal de Diego Souza que até agora não rendeu nem metade do esperado, por que ao invés de manter no elenco um cara como o Lenny que até agora não fez gol, por que segurar um cara como o Kleber que é um baita de um cabeça dura, por que ficar com caras como o Denilson que já não rende como antes, que não finaliza como antes e não corre como antes e por que alimentar na cabeça de outros como o quase ex-jogador Roberto Carlos, o sonho de voltar aos gramados, o Palmeiras não paga só R$ 103,90 na mensalidade da SKY? Parece mais fácil, levando em consideração a atual realidade.

Obs.: Esse não é um post pago, pelo contrário, é a indignação de um palmeirense que mesmo com a vitória de ontem sobre o Cruzeiro, ainda não se sente encantado com o time.

Evolução tecnológica

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Falar que a tecnologia evolui rapidamente parece batido (na verdade é), mas o problema é que as coisas evoluem num movimento tão sutil e gradativo que quando vamos perceber, elas já fazem parte do nosso cotidiano, isso que é o engraçado da história toda.

Há menos de 10 anos, quando eu chegava em casa, o máximo que faria seria ver se alguém havia ligado, se havia alguma chamada perdida no telefone, no máximo um recado na caixa postal. Hoje esse conceito de “o que ver quando chegar em casa” está totalmente diferente, dá até para fazer uma lista:

- Ver se chegou e-mail;
- Se tem recado no Orkut;
- Se tem mensagem off-line no MSN;
- Se alguém chamou no Skype;
- Olhar o MySpace;
- Olhar o Twitter;
- Se eu esqueci o celular então, preciso ver se chegou SMS;
- Se não chegou, preciso ver se alguém ligou (sabe como é o mundo dos contatos);
- Se ligou, preciso ver se deixou recado na caixa postal;
- Tenho que ver se meu leitor de RSS está cheio;
- Vendo as postagens a gente lembra, putz, hoje era dia de postar;

É, vida de blogueiro é assim mesmo, quando estamos atrasados saem coisas desse jeito.

O que você faz hoje que não fazia há 10 anos? Já parou pra pensar?

Fazendo arte com Buddy

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Eu sei que demorei um pouco para divulgar, mas é que chegou há pouco tempo em minhas mãos. A Microsoft em parceria com a Tilibra e o Banco Real está realizando um concurso bem bacana. Para quem não conhece, aquele ícone referência do MSN é denominado Buddy (como se a partir de agora minha vida vai mudar), o concurso consiste na elaboração de uma capa para a próxima coleção da Tilibra. Os interessados devem baixar o .EPS do personagem no site do concurso e customizá-lo. Serão premiadas as três melhores customizações, sendo que o primeiro lugar terá direito a uma viagem para conhecer as principais capitais das artes no mundo: Paris, Madri e Londres, tudo com direito a companhia de um tradutor, fora o dinheiro que ganhará para gastar na viagem.

O concurso tem inscrições válidas até 30/06, para maiores informações e o download do arquivo, entrem no site
www.fazendoartecombuddy.com.br, leiam o regulamento e boa sorte. Espero que eu consiga um tempo entre as provas e os trabalhos, final de semestre meio corrido.

Euro Copa 2008

A Euro Copa 2008 está dando o que falar. Além da reunião de grandes nomes do futebol, que juntos recebem salários tão altos que se tornam até socialmente desiguais (não diferente dos comentados aqui em baixo), o mundo da propaganda também movimenta uma boa parte desse dinheiro. Em contrapartida, coloca ações interessantes aos nossos olhos, como é o caso deste Petr Cech gigante, que tem muitas mãos, entre elas, as dos brasileiros Marco Bezerra e Emiliano Trierveiler, respectivamente diretor de arte e redator.
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E algumas capazes de produzirem sensações, colocando as pessoas como ponto central da mídia, exemplo são estas instalações gigantes que representam alguns dos jogadores das seleções. Ambas as ações são patrocinadas pela Adidas e produzidas pela TBWA da Alemanha.
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Agora, propaganda a parte, vai dar Portugal.

Haja grana

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Fazer a seleção ganhar do Canadá pela primeira vez?
Muito dinheiro.
Fazer a seleção perder da Venezuela pela primeira vez?
Muito dinheiro também.
Pagar o salário dos jogadores que não honram mais a camisa do time?
Muito dinheiro do mesmo jeito.

Momento éDuka #3

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O fato de o destino colocar o mesmo homem ao mesmo tempo na vida de duas mulheres distintas, ficou conhecido vulgarmente como traição.

Perdoai, ela não sabe o que fala

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O mundo pornográfico é um lugar de muito interesse da população em sua grande parte. Recentemente a produtora Brasileirinhas, gravou um filme protagonizado pela ex-atriz da Globo, Leila Lopes, produtora que já foi responsável por outros temas polêmicos como o caso de Alexandre Frota. Mas o que mais deixou impressionado nessa história toda foi uma declaração da própria atriz, “eu nunca vou fazer sexo na primeira noite, só transo com amor”, puxa, ainda bem né imagina se não fosse assim? Quer saber mais? Pior que isso, foi que ela chorou após o término das gravações, disse não ter aguentado toda a pressão. Agora eu lhe pergunto, ela fez questão de escolher pessoalmente o ator com quem iria protagonizar as cenas de “amor”, nome artístico, Carlão Bazuca, a qual pressão ela se referiu?