Ensaio sobre a cegueira

Não sei se já comentei aqui, mas um de meus escritores favoritos é José Saramago, isso, se ele não for o. Gosto das obras; gosto do jeito diferenciado de escrever, tanto gramaticamente como tipograficamente; o entrelace dos diálogos, parágrafos gigantes, tudo isso, fora o conteúdo das histórias que sempre levam uma bem humorada, picante, salgada e muitas vezes, romântica, crítica a sociedade.

Há um tempo, vem sendo rodado por Fernando Meirelles, o filme que irá representar, espero que fielmente, uma das melhores obras de Saramago. Nobel em Literatura com o romance "Ensaio sobre a cegueira", o escritor coloca um tipo de visão (contraditório) da população, que em meio a uma epidemia de cegueira, passa a “enxergar” nos outros, os seus apoios, e a “ver” nos mais próximos, a sobrevivência coletiva. A obra adaptada para o cinema conta com o nome de "Blindness" e com a presença de um time brasileiro, entre eles, Alice Braga, que também estrelou recentemente o filme "Eu sou a Lenda", e que se não me engano, fará o papel da Rapariga dos óculos escuros (informação contextual).

Ainda não há nada sobre o filme que tenha sido divulgado oficalmente, apenas fotos e alguns comentários. Mas, há um
Blog que é escrito em formato de diário de bordo desde o início das filmagens e resume bem o desenrolar de todo o processo. Até o momento desse post, o filme estava em sua 10ª edição (revisão, com edição e cortes após já terminada as gravações) e é encaminhado para mais um Test-Screenings (mostra feita antes do término das mixagens para um determinado público, como forma de pesquisa de avaliação).

O filme conta com algumas cenas feitas aqui no Brasil, como esta abaixo, rodada às margens do Rio Pinheiros.
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Não sei como andam as espectativas em torno do filme, eu como adoro essa dupla (cinema e Saramago, não necessariamente juntos), estou bem ansioso, ainda mais depois das coisas que venho lendo no Blog citado acima. Esse filme com certeza deu um bom trabalho (literalmente), só que recomendo primeiro a leitura da obra, além de se criar mais facilmente um olhar crítico da coisa, tem-se uma noção melhor do que está vindo por aí.

Caracol de Prata

É dada novamente a largada para mais um concurso. Dessa vez a bola vem por parte do Caracol de Plata. Organização sediada no México, oferece oportunidade de participação para os países da América, o que vale como um estímulo, afinal não é apenas mais um concurso nacional.

As participações acontecem através de duas categorias: vídeo que pode ser de 20, 30 ou 60”, ou através de cartaz. Além de uma boa visibilidade, os vencedores ganharão: uma viagem ao México para participar da cerimônia de entrega dos prêmios, um diploma e uma escultura que será enviado para a Universidade representada pelo estudante.

O tema desse ano é “La Promoción del Trabajo Voluntario y la Participación Ciudadana”, traduzido em “A Promoção do Trabalho Voluntário e a Participação do Cidadão”, ficando assim bem abrangente e fugindo um pouco da chuva de temas ambientais que sofremos no momento, o que o difere também bastante do tema usado no ano passado que era sobre a AIDS.

Para saber mais informações sobre o concurso, acesse o
site e veja a sessão de Roconocimiento Universitario. Boa sorte a todos.

Juno (de novo), e sua agradável trilha

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Deixa eu me explicar antes de começar a escrever sobre. Quero que saiba que não estou deprimido nem ao menos melancólico, bem, pelo menos é isso que vai pensar quem já ouviu; não sou fanático por músicas como sou por filmes (assim como não sou por macarrão como por lasanha, mas, isso não vem a caso agora), contudo, essa me chamou a atenção. Dificilmente um filme casa tão bem com sua trilha sonora. Só recentemente pude ouvir toda, uma trilha que já havia me agradado. Juno, como já citei aqui, é um filme de criança para gente grande, tem uma mensagem forte por trás de uma máscara de comédia.

Quero deixar bem claro que não estou fazendo comparações com ótimos e premiados filmes que marcaram época, só estou dando uma opinião de que Juno, poderia muito bem ter levado uma estatueta em trilha sonora também, no lugar de Desejo e Reparação. Só pra você ver que o que cito aqui é apenas um olhar contemporâneo e por isso não desmerece outros consagrados, uma outra trilha que achei interessante há um tempo atrás foi a de Madrugada dos Mortos, um daqueles filmes que vêm só para abrir caminho para uma chuva de outros no mesmo estilo e gênero, explodindo assim, os mais variados títulos que contam as mesmas histórias, como já expliquei aqui também
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Com uma releitura folk music e ao mesmo tempo alguns nuances um tanto quanto infantis, as músicas casam perfeitamente com a simplicidade estética do filme (não confunda isso com falta de recursos, afinal, estamos falando do monopólio americano). Para quem não ouviu vale a pena e como escrevi no primeiro parágrafo, não gosto tanto de música, mas, encantei-me com a suavidade dessa trilha que semana passada entrou no ranking dos 200 CD’s mais vendidos nos EUA, feito que só havia sido alcançado por outro filme na década de 90, com Titanic (que por sinal, não tem uma trilha tão boa e só vendeu muito, pois foi um filme com forte apelo emotivo e logo, muita gente assimilou as música com a sensação romântica).

Abaixo, a lista completa da trilha com destaque nas minhas preferidas.

01 - All I Wan Is You - Barry Louis Polisar *
02 - Rollercoaster - Kimya Dawson *
03 - A Well Respected Man - The Kinks *
04 - Dearest - Buddy Holly *
05 - Up The Spout - Mateo Messina
06 - Tire Swing - Kimya Dawson *
07 - Piazza New York Catcher - Belle & Sebastian *
08 - Loose Lips - Kimya Dawson *
09 - Superstar - Sonic Youth
10 - Sleep - Kimya Dawson
11 - Expectations - Belle & Sebastian *
12 - All The Young Dudes - Mott The Hoople
13 - So Nice So Smart - Kimya Dawson *
14 - Sea Of Love - Cat Power *
15 - Tree-Hugger - Kimya Dawson & Antsy Pants *
16 - Sticking With You - The Velvet Underground *
17 - Anyone Else But You - Moldy Peaches *
18 - Vampire - Antsy Pants
19 - Anyone Else But You - Michael Cera & Ellen Page

Dengue. Mosquito aliado ou da oposição?

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Só gostaria de apresentar alguns números antes de começar a escrever o que penso a respeito.

Mais de 2000 casos constatados em um mês; mais de 48 mortes confirmadas e o incrível índice de uma contaminação a cada novo minuto.

É mais ou menos assim que o Rio de Janeiro recebe enfim, a confirmação por parte do governo (se é assim que podemos chamá-lo) sobre a evidência de uma epidemia. O problema deixa de ser iminente e passa a tomar proporções eminentes (como é o futuro de quase todas as outras mazelas sofridas pela população). Ele dá um pouco de culpa para todos, de forma indireta ao governo e direta à população.

O que vem em questão agora é, será que essa demora por parte do governo carioca em assumir o problema efetivamente como epidemia (mais por questões políticas, claro), não prejudicou a conscientização prévia da população? Será que isso não vai maximizar os resultados dessa decisão ridiculamente política? E a população, como fica em meio a esse jogo imundo de poder?

Nem toda campanha pode salvar uma boa ação. Com divulgações na TV, impressas, panfletos, agentes sanitários e até no Big Brother Brasil, os governantes tentaram precaver um assunto que irremediavelmente viria à tona. Será que em alguns casos como esse não valia a pena por parte do poder político, deixar de lado a mesquinhez e a visão “umbigal” (neologismo provindo da expressão, olhar para o próprio umbigo hehe)? Se em parte o poder público erra, a população também leva uma boa parcela dessa culpa. Por que nós temos tanta dificuldade em adotar algumas medidas para a resolução de questões que, com certeza, prejudicarão a nós mesmos futuramente.

Lixo, poluição, doenças, mendicância e dengue; será que não seria necessário às vezes por parte do governo, atitudes mais coercivas? Assim como o poder empresarial, onde muitas pessoas funcionam não a base de incentivos, mas de “castigos”, não poderia ser adotadas medidas mais severas quanto a atos assim? Não poderia ser adotadas medidas mais eficazes contra os bandidos? Não poderia ocorrer mais agilidade quanto à aprovação de boas propostas para a população? Os processos não poderiam ser menos burocráticos e sim, mais ágeis e firmes em suas decisões? Não poderíamos ter menos ladrões no congresso e dessa forma menos fome no país? Bem, acho que enquanto muitas decisões políticas não deixarem de ser literalmente políticas, continuaremos a ter problemas.

Só um conselho, do jeito que andam as coisas, cuidado com as próximas epidemias.

Novo cardápio

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De um coisa eu tenho quase certeza, essa CPI dos Cartões Corporativos não vai acabar em pizza. Pelo menos é o que parece, já que o que ganha pauta de discussão por lá é a tal da tapioca.

Desenlions Brazil 2008

Já pensou em alguma idéia que nunca poderia ser veiculada? Já passou na sua cabeça uma propaganda que nem brincando chegaria à mídia? Se sim, ótimo; você pode se preparar agora mesmo para participar do Desenlions Brazil 2008. Essa é a sua oportunidade de relaxar e desestressar com aqueles anunciantes que não passam mais na garganta, ou mesmo no melhor estilo, perde a conta, mas não perde a sacada.

Já em sua 3ª edição (do Desenlions Brazil), o concurso premia a melhor pérola disputada em cinco categorias: mídia impressa, rádio, slogan, mídia alternativa e internet. As inscrições ainda vão até 18 de abril e para concorrer você pode mandar aquela idéia que teve enquanto não pensava em nada (ou em tudo, menos no anúncio). O bacana também são os jurados de peso (o peso aqui não faz menção a quantidade de pizza ingerida por semana) que compõem as votações.

Mais uma opção interessante de concurso, boa sorte a todos e bem feito pra você que jogou aquela idéia sarcástica no lixo semana passada.
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Vencedor do último concurso (Marcelo Martins).

I-doser. Clique para se drogar

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Faço minhas as palavras de José Antonio Milagre. Em coluna para a área de comportamento do Webinsider, ele relata uma nova onda de drogas utilizadas pela internet, isso mesmo, uma droga virtual (e não é pelo Second Life). Achou estranho? Então leia mais sobre o assunto aqui.

Água para elefantes

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Há algumas postagens atrás, escrevi sobre um livro do Cirque du Soleil e o último post era sobre leitura; para aproveitar o gancho vou comentar sobre outro livro de outro segmento, que também conta com um circo. “Água para elefantes”, traz uma leitura agradável acompanhada de uma história simples. O livro te coloca perto dos personagens, em minha opinião mais por causa de Rosie (você vai entender o porquê). Digo (quer dizer, escrevo) isso, pois me senti isso.

Não é só porque a história é bem entrelaçada, mas, tenho certeza que é a mescla feita por Sara Gruen, entre simplesmente contar e colocar um pouco de drama, que a fez funcionar muito bem. Ela narra o dia a dia da vida de Jacob, um senhor de idade bem avançada e vivendo em um “asilo”, que após a chegada de um circo na cidade, passa a viver paralelamente com flash’s, suas recordações da juventude.

Por tratar pessoas em situações comuns a qualquer um e também por utilizar-se inteligentemente do apego inconsciente do ser humano (alguns pelo menos) com os animais, Sara prende o leitor em momentos de expectativa e nos repudia em outros com situações por vezes deprimentes.

O que mais me chamou a atenção não foi o lado de leitor, e sim a nota final da autora, veja bem, precisei ler um livro inteiro para me apaixonar por ele no final, e nem foi no final da história, foi no final do livro literalmente. Foi saber de toda a busca feita (não que não haja isso para a criação de outros livros) e de todo repertório acumulado nessas buscas e de como foi muito bem explorado.

Não estou querendo dizer para você abrir o livro no final e ver a nota; leia-o e crie suas expectativas, talvez entenda o motivo do carinho que desenvolvi por Rosie (que nem é a personagem central) e que com certeza a autora também desenvolveu. Por isso, vai aqui mais uma dica, “Água para elefantes” de Sara Gruen.

Defensores da leitura

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Não que ler seja uma coisa legal, mas é algo recomendado e de muita serventia. Você já viu alguém (em boas condições mentais) dizer que a leitura não ajuda em nada? Tirando Pierre Bayard (professor de literatura francesa na Universidade de Paris) e escritor do livro “Como falar de livros que não lemos?”. Bayard defende a idéia de não haver livro que necessariamente necessite ser lido, para ele, você pode simplesmente na melhor das hipóteses folheá-lo. O escritor passa isso tão claramente que até o seu livro ele diz que não precisava ser lido.

Enquanto de um lado uns propõem isso, do outro, temos ótimos incentivadores. Falo em especial de dois ídolos e redatores, Eugênio Mohallem e Roberto Duailibi. Defensor de bons textos, ótimas leituras e exímio colecionador de frases, Duailibi é uma de minhas referências como redator. Em uma palestra ao comentar sobre as pessoas que não gostam de ler, o que caí exatamente de onde partimos, ele disse: “As pessoas compram um livro na maioria das vezes achando que irão adquirir o conhecimento imediatamente, o problema é que depois descobrem que para isso vão ter que ler”, foi dessa maneira irônica e divertida que o “D” da DPZ exemplificou como algumas pessoas compram livros e em pouco tempo os deixam órfãos, uma realidade que ainda vivemos, infelizmente.

Darwinismo mercadológico

Quando não há mais como se criar um produto para determinado mercado, a saída mais fácil é criar um mercado para esse produto.

Releitura barata da Mastercard, barata mesmo

Em campanha feita pela Leo Burnett, o site de Leilões na internet, LanceFinal, estreou no dia 27/02 em TV fechada, uma seqüência de comerciais (cinco) onde os criadores foram muito felizes em minha opinião. São vídeos interessantes, com apenas “uma” imagem cada, trilhas sonoras e só algumas palavras.

Apesar de uma sátira muito bem feita sobre o conceito da Mastercard que já está generalizado pelo mundo e ainda por cima a um custo super baixo, os vídeos são geniais pelo bom humor e pela simplicidade. Vou postar todos porque além de rápidos são muito bons.

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Dica de assunto (Daniel Guimarães)

MICA

Uma parceria da IFA (International Freecards Association) e da ACT (Advertising Community Together) com a MICA; faz gerar mais um bom projeto destinado à conscientização do iminente problema, aquecimento global (ou, como diz um amigo, esfriamento global).

O projeto é de livre inscrição, ou seja, pode se escrever qualquer profissional, amador ou estudante e todos serão avaliados em critério de igualdade, não haverá discriminação. Deverá ser feito um cartão postal com o tema “A COR DO PLANETA DEPENDE DE VOCÊ”. Serão aceitos todos os tipos de representações (desenho, fotografia, pintura, arte digital, xilogravura, entre outras) que possam ser considerados um cartão postal.

Não só um projeto social muito bem amparado, a oportunidade de um concurso se faz presente e automaticamente interessante. Para você que não se interessa isso é o suficiente, mas, para você que tem interesse em participar, obtenha mais informações e detalhes no o site MICA sobre
: datas, formas de inscrições, formatos dos documentos e premiação, que mesmo aqui por último é a mais interessante.

Dica do assunto (Alessandro Novais)

Momento éDuka

O RH foi feito para se preocupar com aqueles que não se preocupam com a empresa.

24 horas, cozinhando

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A produtora paulistana de áudio, Panela, entrou na onda do Jack Bauer. No dia 29/02 (não coloquei no último dia 29, porque antes desse só teve outro em 2004), resolveram embarcar em um desafio próprio, a produção de um disco em 24 horas. Calma, não era só entrar em estúdio e mãos na massa, a proposta ia desde compor, produzir, fazer os arranjos e todo o restante do processo para a realização de um álbum.

O projeto levou o nome de "Disco Em Um Dia", e contou com a participação de Décio Matos Júnior da Goiabada Filmes e Marcello Camello, além dos sócios Filipe Trielli, Daniel Galli, Edu Santana e Diego Gomes. Eles tiveram das 9h de sexta até às 9h do sábado para concluir o projeto. Para ressaltar a verossimilhança da obra, a composição das letras (criativamente) foi inspirada em manchetes e reportagens ocorridas no dia.

Em cima da máxima “panela velha é que faz comida boa”, a produtora, criada recentemente por ex-produtores da S de Samba, disponibilizou no site
não só o trabalho final como links para canais no Youtube, Flickr, Twitter e Orkut e vídeos que mostram a produção. Mais do que um simples projeto aventureiro, a produtora mostra um ótimo exemplo de eficiência e eficácia profissional. Vale a pena conferir, afinal, 24 horas cozinhando alguma coisa tem que sair um bom prato.

O fim. Ou o começo, sei lá

Quando tudo parecia estar acabado, doenças e problemas ambientais pareciam fazer do fim, inevitável, Puvlav Kilowski surge como um messias. Primeiro veio a cura do câncer, todos os tipos, não foram só os da mama ou os da próstata, Puvlav descobriu a cura geral de todos os gêneros dessa enfermidade. A população passou por momentos de extrema alegria, algumas famílias viviam graças e outras diziam viver sorte, não parou por aí, pouco tempo depois de algum suor derramado e outras noites de sono, o revolucionário da medicina descobriu a cura definitiva para a AIDS e isso foi um dos maiores passos para a humanidade.

As pessoas começaram a viver em perfeita harmonia com a saúde, aos montes e rapidamente a cura de todas as doenças foram encontradas, ninguém mais morria por nenhum tipo de mazela. Os avanços eram tão velozes e certeiros que começaram a ser descobertas as soluções para a poluição, o lixo, a água e o meio ambiente no geral, tanto que, nem eram mais tratados como problemas, tudo foi resolvido, até acidentes puderam ser evitados. Logo foi descoberto um elixir da juventude, as pessoas agora não mais envelheciam, na verdade, rejuvenesciam até voltarem a ser feto, e com isso o número de seres humanos começou a diminuir.

As guerras começaram a ser disputadas sem armas de fogo e a tecnologia, muitas vezes desnecessária, aos poucos foi sendo deixada de lado para dar lugar à vida saudável. Os grandes pensadores, cientistas e filósofos puderam ser trazidos de volta graças aos avanços genéticos. A mesma evolução também foi sentida na fauna, os animais extintos voltaram para o solo terrestre e até os dinossauros que há bem pouco tempo só decoravam filmes de ficção, voltaram a dar o ar da graça.

Evidente que toda essa mudança geraria efeitos colaterais, o planeta começou a sentir as bruscas alterações de ambiente e o que parecia certo realmente aconteceu. Com uma reviravolta nas condições climáticas, o mundo entrou em uma era glacial. Muito tempo em baixo do gelo fez com que tudo e todos, fossem extintos da Terra e com eles todas as curas e descobertas. Bem, nem tudo, após o degelo só o que sobrou foram simples bactérias que passaram a habitar a Terra até o fim dos tempos, onde tudo terminou em uma grande explosão galáctica.