Filantropia ou pilantropia?

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Algumas incoerências ocorrem quando falamos de marketing cultural. Com a essência principal de ser o conjunto de ações estrategicamente planejadas sem fazer uso das ferramentas básicas do marketing, o seu conceito é sempre visar o envolvimento da empresa com o público, direto ou indireto, obviamente é, e pode ser tratado como um instrumento da comunicação.

De 1994 pra cá, a movimentação das empresas para atuarem com esse segmento sextuplicou, e isso vem aumentando cada vez mais. Iniciado primeiro com interesse em leis de incentivos, o que traziam o retorno de forma mais garantida, o marketing cultural tem hoje uma visão totalmente diferente da proposta básica. Muitas empresas se utilizam dessa ferramenta extremamente útil e vantajosa, para arrecadar de forma desordenada e nem um pouco útil da sociedade (nós), retornos acima dos esperados.

Do lado empresarial, essas ações servem para melhoria da imagem, fortalecimento da marca e principalmente, aproximação do público, o que cria assim, uma identificação e simpatia. Da mesma forma, ações de responsabilidade social que vêm com a premissa de investir na formação da sociedade, estão sendo usadas somente para “livrar” a barra de determinadas empresas, que costumam ou mesmo necessitam, poluir ou agredir o meio ambiente para sua própria sobrevivência.

Um outro problema que ocorre e que gera confusão na cabeça da população é a diferença entre marketing cultural e patrocínio cultural. A confusão que essa dúvida gera se torna uma oportunidade para a empresa, porque a partir do momento que a sociedade acredita que isso pertence ao mesmo segmento, o que a empresa precisa fazer é simplesmente investir mais em patrocínio, afinal, para o povo o objetivo é o mesmo. Porém, não é bem assim. O marketing cultural exige todo um envolvimento da empresa, como foi dito no primeiro parágrafo, enquanto o patrocínio nada mais é do que apenas uma representação, muitas vezes financeira, da organização.

Podemos exemplificar isso com a velha máxima do omelete (americano), enquanto a galinha está envolvida por doar os ovos, o porco está comprometido por fornecer o bacon, que no caso aqui, representaria o marketing cultural. Mas, se você ainda acha que a empresa coloca o nome dela num jardim como forma de preservação ambiental ou divulga que está preocupada com a vida marinha, ela seja uma empresa que visa o seu bem, é melhor você realmente passar a se preocupar com o seu futuro.

Texto inspirado nas aulas do Professor Vinícius Del Fiol.

Balela

É por causa de reportagens como esta que temos certeza que toda aquela frescura de dizer que estão preocupados com o planeta, que por causa do derretimento das calotas polares muitas pessoas vão ficar desabrigadas, que o calor do planeta vai subir consideravelmente e isso e aquilo, é tudo balela. Todo mundo quer saber do seu e não do dos outros.

Há um tempo, nosso atual ministro das relações exteriores, Celso Amorin, disse em uma entrevista quando perguntado sobre a ajuda militar que o Brasil prestava ao Haiti, que “a solidariedade nada mais é do que o interesse próprio a longo prazo”. É simples, plante no terreno dos outros agora para deixá-lo sem comida amanhã.

Parada gay

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Algum simpatizante ou algum andrógino (como diria Aristófanes) curioso passou por lá?

Vai pra onde?

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Um lugar com mais de 20% de toda a frota nacional de automóveis; um lugar que coloca em circulação mais de 500 novos veículos por dia; um lugar que devido os atuais níveis de poluição estima-se ser responsável por uma redução de 1,5 ano na expectativa de vida, e um lugar que praticamente já não se anda mais. Isso é São Paulo. Através de problemas como esses e alguns piores, estamos vivendo um pequeno caos nos transportes.

Em parceria com alguns órgãos públicos, empresas privadas, associações, escolas e faculdades, a Secretaria do Meio Ambiente vai colocar em prática no próximo dia 28/05 o projeto “
Mutirão da Carona - Seja Solidário - Carona é Legal”. A ação faz parte de uma seqüência que já vem ocorrendo desde setembro de 2007, esse é o quarto mutirão e foi precedido por outros como, “Mutirão Verde” (referente ao plantio e preservação de árvores), “Mutirão Ambiental” (em prol da redução de sacolas plásticas), “Mar Limpo” (retirada de resíduos sólidos) e “Mutirão Azul” (para conscientização sobre o uso inteligente da água).

Dentre todas as ações que acontecem em conjunto para a divulgação desse projeto, destaque especial para os incentivos e coerções que ocorrerão no dia, levando em consideração que segundo uma pesquisa realizada pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a média de ocupação dos automóveis gira em torno de 1,5 pessoa por veículo, os adeptos receberão um adesivo da campanha e os que estiverem andando desacompanhados irão receber a “Multa Legal”, uma atitude fictícia para conscientizar a população.

São coisas simples assim que deveriam ganhar mais repercussão, são atitudes assim que deveriam ser mais divulgadas, são ações assim que deveriam apagar tantos problemas que costumamos ver em vários momentos, e quem sabe alguém também não me dá uma carona.

Alternativa

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Se levarmos em consideração o alto índice de infidelidade dos seres humanos para com seus opostos, a homossexualidade não pode ser considerada uma escolha, mas sim, claramente uma falta de alternativa.

Poderia se chamar ouvido

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Não poderia começar mais um post de filmes sem fazer referência sobre eles. Essa semana, Arnaldo Jabor fez uma crítica que dizia mais ou menos assim, “o cinema brasileiro na verdade, começou com a fome e agora está jantando todo mundo”, fazendo alusão aos últimos prêmios, indicações e aos nomes nacionais em evidência lá fora. Acrescento mais, o cinema brasileiro começou com a fome, com a miséria, com a pobreza, com a violência e até hoje continua assim, a diferença é que estamos utilizando com uma melhor harmonia forma e conteúdo, tanto, que o premiado esse ano com o Urso de Ouro em Berlim, “Tropa de Elite”, fazia ótimo uso da forma, e um dos dois indicados à Palma de Ouro em Cannes, “Linha de Passe”, de Walter Salles e Daniela Thomas também faz (o outro como já comentamos aqui é do Fernando Meirelles, que aqui usa muito bem o conteúdo). A crítica de Jabor continuava, ”enquanto os filmes hollywodianos estão fazendo uso de efeitos cada vez mais pirotécnicos, seus conteúdos estão deixando a desejar”, o que passa a abrir mais espaço para o cinema e os profissionais daqui.

Agora sim posso continuar o post, tratando mais especificamente de um filme. Com sua estréia em longas, Marcos Jorge dirige “Estômago”, que como disse no título, poderia muito bem se chamar “Ouvido”. O filme conta a história de Raimundo Nonato, muito bem interpretado por João Miguel, o qual conquistou prêmios de melhor ator no Festival do Rio 2007 e no Festival de Punta Del Este com esse trabalho. O que me agradou no filme foram realmente as interpretações, as boas sacadas e a ousadia de exagerar nos palavrões (por isso da sugestão ouvido) que são muito mais visíveis do que qualquer menção ao estômago, algumas cenas simples que não trazem náusea a ninguém (cenas que com certeza você já deve ter visto corriqueiramente em algum filme do Tim Burton), aparecem durante momentos esparsos, mas nada muito forte. Já o que não me agradou no filme, foram alguns clichês e a sequência da narrativa, que com o desenrolar da história começa a ficar muito previsível.

Com essas brincadeiras de sentidos e com retalhos de uma autópsia cinematográfica, o filme não é ruim, só é menos do que eu esperava, está mais para uma versão gastronômica brasileira de “Perfume” do que para um filme tragicômico como disse Marcos Jorge. Que a pesar dos pesares tem um final interessante, e por si só já vale a pena prestigiar o cinema nacional.

Dia e noite

Vidas totalmente diferentes e opostas, comandadas pela rotação da Terra. Enquanto os da luz do sol são sérios, quietos e apressados, sob a luz da lua, os outros são agitados, diferentes e ao mesmo tempo, normais. Duas raças distintas que raramente se cruzam; uma domina o dia e a outra domina a noite. Dois tipos de vidas que buscam de formas diferentes, a mesma coisa; liberdade.

Enquanto uns aparentemente são metódicos, outros são visivelmente alternativos. O mais interessante é a terra que consegue abrigar dois tipos de criaturas tão avessas, não fazem as mesmas coisas, mal se encontram, mal se olham, quase não se falam e mesmo assim, vivem no mesmo lugar, de forma paralela.

A cada manhã que nasce, os primeiros aparecem de antigos buracos no chão, os demais surgem não se sabe de onde. O dia transcorre e a movimentação é constante, todos com passos cronometrados e objetivos muito comuns. Quando o dia vai chegando ao fim, as criaturas trocam de lugares, e esses, dão lugar àqueles. Os primeiros somem da mesma forma que apareceram, e os outros, gradativamente vão se apoderando do lugar que há pouco, era de um ser diferente.

A noite começa e seus guardiões, ao mesmo tempo também exploradores, conquistam espaço e marcam território. Sempre acontece a mesma coisa, dificilmente é possível ver um dos dois lados migrarem ou invadirem o oposto, são delimitações e barreiras criadas por raças diferentes, espécies diferentes e tribos diferentes.

A partir do momento que mais uma noite vai chegando ao fim, aqueles começam a dar lugar a esses novamente. Da mesma forma que outrora uns sumiram, aqueles agora também desaparecem, passam a desabitar essa terra aonde não canta o sabiá, que não tem mais palmeiras, que quase não tem mais sentimentos, mas, que com certeza têm muita vida, vida essa que passa apressada pelos corredores da cidade e se faz presente nessa avenida, muito prazer, ela é a Paulista.

Precisa explicar? Parte 2

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Há algum tempo atrás, fiz uma postagem sobre uma frase que ví escrita nos monitores que ficam localizados dentro dos trens aqui em São Paulo. Não poderia deixar de comentar caso presenciasse outra cena dessa, o problema foi que essa semana estava eu dentro de outro trem a caminho da faculdade, quando ví novamente a seguinte pérola, "A musculação provoca aumento de massa muscular e foratalece a musculatura" (uau, pensei, eu nunca imaginaria uma coisa dessas).

Resultado Desenlions 2008

Saiu o resultado de mais um concurso e mesmo as peças que ganharam ouro não serão veiculadas de maneira nenhuma, mas pensando pelo lado positivo, essa era exatamente a intenção. O Desenlions, concurso produzido pelo Desencannes, divulgou seus resultados na semana passada, destaque para o parceiro blogueiro Guilherme Cury do Comunicadores, que ficou com o segundo lugar.
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Também participei dessa edição com dois trabalhos, mas não foi dessa vez.
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Questão de empreendedorismo

- Bom dia Pedro. - Bom dia Dona Carmem.
- Bom dia Pedro. - Bom dia Sra Antônia.
- Como vai Pedro? - Bem Seu Paulo.
- E o seu Corinthians ontem em Pedro? - Não jogou muito bem não, mas nada que o jogo de volta não resolva. - Quero só ver.

Era mais ou menos assim todo dia, mais ou menos porque não era sempre que tinha jogo do Corinthians. Do resto, a mesmice cuidava. Horário, 5h da manhã. Destino, Centro. Dia, de segunda a sexta para alguns e de segunda a sábado para muitos, domingo era privilégio de poucos. Esse era o caminho para o trabalho que o pessoal da vila fazia. Pedro era cobrador conhecido, também, já estava há quase 6 anos nessa linha. Desde que retornou da viagem à sua cidade natal, onde foi visitar a ex-mulher da sua vida, ex porque quando chegou lá descobriu que ela estava casada, e pior, descobriu que não era com ele. Poderia esperar tudo dela, mas gastar o dinheiro que guardaram juntos para comprar uma mercearia e nunca mais trabalhar para os outros, foi demais pra ele que sempre quis uma mulher empreendedora e batalhadora ao seu lado, voltou para São Paulo e decidiu recomeçar a vida.

Como eu ia dizendo, todos conheciam Pedro e Pedro conhecia a todos, com exceção da mulher do terceiro ponto, uma senhora que pegava o mesmo ônibus todos os dias, mas não era de papo como todo mundo, sentava lá pelo meio, isso explica o pouco contato com Pedro, que também não reparava muito, era muita gente pra conversar e muitas histórias pra saber. Em compensação, o mundo da mulher do terceiro ponto era variado, sempre tinha gente nova sentando ao seu lado, porque é assim, perto do Pedro vai à turma da conversa, no fundo vai o pessoal que prefere dormir e no meio vai o pessoal que não tem opção mesmo, menos a mulher do terceiro ponto. Aquele lugar era estratégico. Eu disse que ela não era de papo como as outras pessoas, pois o papo dela era focado, todo novo passageiro que sentava ao seu lado era logo envolto em suas confissões.

Tinha gente que não dava muita corda pra conversa, mas ela não desistia, uma mulher misteriosa, além de persistência, tinha muitas coisas na bolsa. Estranho falar que uma senhora tem muitas coisas na bolsa, parece redundante, mas tudo bem, ela tinha mesmo. Não perdia uma oportunidade de falar da sua vida pessoal e muito menos de perguntar sobre a vida dos outros, dava conselho, era intrometida, curiosa, e entre um papo e outro, fazia questão de tirar as coisas da bolsa e mostrar que era uma pessoa prevenida, tinha solução pra tudo, principalmente para as mulheres, tinha creme pra isso, tinha óleo pra quilo, e por aí vai. Quando não sabia como começar o papo, usava uma frase que considerava ótima para “ocasiões quando não se sabe o que falar”, dizia - Não é da minha conta, mas onde comprou isso? - Batata, todo mundo respondia, na verdade, mais por educação, porque ninguém aguentava essa mulher já de idade avançada curiando na vida alheia. E assim construía o papo, o fulano respondia e logo já era absorvido pela conversa envolvente e penetrante da mulher do terceiro ponto, e a vida era levada assim.

Certo dia, Pedro que estava de folga, tomou um ônibus voltando para casa, coincidentemente queiram vocês pensar assim, pois pra mim isso é o destino de todo bom empreendedor, Pedro acaba sentando ao lado da mulher do terceiro ponto, que nessa ocasião contextual não poderia ser chamada assim. Pedro como era de papo com todos e a mulher como era de papo com os que sentavam ao seu lado, inevitavelmente começaram a conversar - Não é da minha conta... - Pode perguntar moça, comigo não tem tempo ruim. - E assim o papo foi rendendo, a mulher do terceiro ponto, que a essa altura já tinha o nome conhecido, passou a ficar sabendo de toda história triste de Pedro. Pedro por sua vez ficou impressionado com o poder, da mulher que a essa altura já tinha o nome conhecido, de penetrar na vida das pessoas, viu nisso um ótimo potencial, mas preferiu não comentar o que havia percebido, isso não por muito tempo, pois, quando descobriu que o que a mulher levava em sua bolsa eram produtos Avon e que todo aquele talento era de uma empreendedora nata, Pedro logo viu que sua nova vida estava recomeçando.

Momento éDuka #2

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O pagode é o lado emo do samba.

Descobrir a roda

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Cópias e mais cópias, referências e mais referências, inspirações e mais inspirações. Vivemos em um mundo (óbvio) totalmente (e literalmente) conectado. Web 2.0, círculos de amizade on-line, comunidades que têm os mesmos gostos, redes interligadas ao redor do mundo e formas cada vez mais inusitadas e rápidas de se comunicar. Dentre todas as maneiras de globalização e multiculturalização, como despertar o interesse dos consumidores, clientes, target, público, receptores, ou sei lá como cada um gosta de chamar? O leque de possibilidades é incrivelmente vasto e variado.

Só há um problema nessa história toda, a velha e mumificada máxima de que “nada se cria, tudo se copia”. Ao mesmo tempo em que a criatividade é tão exigida, a inovação é obrigatória e a ousadia um diferencial, muitas empresas e suas formas de comunicação, usam ferramentas já utilizadas e estratégias já cansadas aos nossos olhos, consumidores; o que deixa para segundo plano a tão esperada vantagem competitiva. Concorrentes que fazem uso errado do Benchmarking, ao invés de ser um braço das estratégias visando o planejamento das ações, a coleta das informações, suas análises e a melhor forma como isso poderia ser adaptado para a empresa; não, eles fazem totalmente o contrário, além de ver e copiar nitidamente as abordagens não há também nenhuma “adaptação”, o que compromete todo o desenrolar do planejamento.

Em uma entrevista ao
Jornalirismo, Átila Francucci, atual sócio da Famiglia e criativo da Fischer a frente da tão aclamada campanha “Experimenta” para o lançamento da Nova Schin, falou sobre sua vida atual, sobre a perda da conta que reduziu sua equipe em 40% e também sobre forma e conteúdo. Quando fala sobre "diferenciar a forma mesmo que o conteúdo seja o mesmo", quer dizer sobre a ousadia na propaganda, quer dizer sobre o diferente, o inusitado e por que não o Nonsense? O que deixa claro em seu exemplo sobre o baixo uso de mulheres nas campanhas da Nova Schin (na época), sobre como atraia a atenção para seus comerciais com outras abordagens e como aumentou um share de 9 para 14% em apenas 3 meses.

Sabemos que criar toda vez uma nova idéia, é algo de extrema complicação, há fatores externos e muitas vezes internos que agravam o desfeche, um deles que pode ser citado é o inconsciente coletivo, muitas pessoas tendo as mesmas idéias ao mesmo tempo devido aos traços comuns a todos os seres humanos (vamos deixar isso para uma análise mais detalhada em outro post). Sair da mesmice é a chave da questão, não repetir a mesma receita é o tão buscado Eldorado das empresas.

Então, se em dado momento não houver a capacidade ou a condição de se descobrir a roda, pelo menos arrume um jeito diferente e criativo de fazê-la girar.

Ah esses cientistas

Saber o que rola no mundo tecnológico é sempre uma aventura. Quando você pensa que já viu de tudo tem sempre algo novo e atraente esperando por você. Por exemplo, há algum tempo, especulava-se a saída de um novo tipo de televisor, com uma resolução melhor e mais nítida que o LCD e a Plasma, era a tela de OLED, que agora já é real. Apesar de seu preço desfavorável e por ainda não possuir oficialmente um tamanho superior a 11’, já se torna mais um objeto de desejo.

Outro exemplo, quando ouvi dizer que já estava em teste a televisão que solta fragrâncias, fiquei boquiaberto (calma, ela ainda não saiu), mas em questão de 2 meses recebo a notícia do celular que fará conexão com a internet para aí sim, baixar combinações de cheiros. O aparelho é da NTT Communications Corp. e já está em fase experimental com usuários (uma ótima tendência para a publicidade). Só
lendo mais para crer.
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Mais uma inovação (que em minha opinião, também caberia uma ótima utilização para ações publicitárias), dessa vez é da Philips. O aparelho permite, ironicamente, a liberdade das crianças em rabiscar as paredes sem sofrerem castigos das mães conservadoras. Através de um sistema de projeção a laser é possível a interação com a arte.
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As inovações não param, celulares que desmontam, robôs que tocam instrumentos musicais, MP3 Players embutidos em óculos de natação, controle remoto que obedece ao movimento dos olhos, tatuagens interativas (meu Deus, tatuagens interativas, duvida? Clique
aqui é a 6ª foto do álbum), ah, pra quem se impressionou com o celular que transfere as fragrâncias, olha a 17ª imagem aqui. Sabe o que eu fico pensando, se esses cientistas são assim, o que será que eles já não faziam nas feiras de ciência da escola?
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Dica do assunto (Wellingnton de Almeida)

Craque

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A condição de craque é dada a um jogador de futebol, não pelo índice de aceitação de sua torcida, mas, pelo índice de revolta dos adversários.