As intermitências da morte - José Saramago

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Garanto que tinha milhares de letras a serem derramadas após essa leitura, tinha algumas ressalvas a serem feitas e algumas dúvidas que ficaram quanto ao emprego de gênero e pessoa utilizados por esse monstro da literatura mundial. Mas, não consegui falar nada quando terminei.

Fascinante como qualquer outra obra desse escritor, “As intermitências da morte” é mais um romance que também pode ser encarado em forma de crítica (como sempre) a sociedade e aos problemas gerados por uma cadeia de acontecimentos.

Saramago e suas “cartas cor de violeta”, ícone que identifica a morte no romance, fez-me lembrar de Stephen King em seu livro “Insônia”, onde Ralph Roberts, um velho recém enviuvado, passa a ver um fio de “luz” que sai da cabeça dos moradores da região, o fio indica a vida, que ao ser cortado leva seus donos para um mundo melhor (?).

O engraçado é como a morte é tratada por esses dois escritores, que de semelhante só têm a enorme quantidade de palavras que são soltas em suas obras.

Voltando novamente à leitura, a qual deu origem esse post, “As intermitências” é composta por uma história simples, um romance envolvente e agradável sem deixar de lado o humor de Saramago. Praticamente um livro escrito para explicar uma única frase, “No dia seguinte ninguém morreu.”

5 comentários:

angelo pessoa disse...

Leio bastante, mas infelizmente ainda não li nada do Saramago. Lerei em breve!
Vlw.

Tiago Moralles disse...

Tinha que ler bastante mesmo, com esse sobrenome de escritor hehe.

Sentir disse...

deu vontade de ler.

Tiago Moralles disse...

Aeeee.
Fomentando a leitura.

Vivian disse...

...parece que você estava
pressentindo a morte
deste ícone das controvérsias...


o mundo perdeu mais uma jóia
da literatura mundial!

é isso...

bj