Tudo o que você queria saber sobre Avatar, mas tinha medo de perguntar

Vou começar o post com um desabafo: eu não preciso gostar de Avatar, tá ok?

A febre do momento é falar sobre o mais recente trabalho de James Cameron, diretor de alguns filmes ruins e outros como: Piranhas II, Segredo do Abismo, True Lies e Fantasmas do Abismo.
Sim, vou ser irônico. Então, se você é mais um Titanicmaníaco é melhor parar de ler por aqui.

O longa tem um cuidado especial com a computação gráfica, isso é inegável. É diferente? Sim. É bonito esteticamente? Sim. Mas não consegui achar em meio a tudo isso a inovação.

O filme é feito em cima dos tradicionais estereótipos hollywoodianos, o que de cara já não dá pra falar que seria um filme para revolucionar o cinema. Vamos mais; corre boatos que o filme já estava em projeto a mais de 15 anos, e que Cameron esperou o momento certo do avanço tecnológico para lançar; o que Lucas também já fez. Além disso, o principal receio de Cameron era esperar demais e acabar lançando o filme um pouco fora de contexto, não acho que isso tenha acontecido, falar sobre aquecimento global e as interferências humanas no meio ambiente é um assunto novo e praticamente inexplorado.

Outro detalhe da chamada “obra inovadora” foi a incrível referência de roteiro (super original também, diga-se de passagem) e personagens, com a HQ Timespirits, da Marvel, lançada na década de 80. Sem falar das gastas referências na criação das situações, dos cenários e da robótica.
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Minha experiência com o filme foi em uma sala convencional de cinema, não passei por nenhum óculos 3D ou salas da IMAX. Um amigo me disse que foi exatamente por isso que o filme não me encantou, essas foram as palavras, “se você não viu em 3D você perdeu tudo”.

E foi daí que surgiu essa crítica, de uma pessoa que adorou o filme. Se a única coisa que um filme tem pra me passar é a experiência visual e sensorial, pra mim ele não é um filme. Ele é pura e simplesmente uma experiência visual e sensorial. Que aqui sim, Cameron cumpriu um bonito trabalho. Mas só.

54 comentários:

Felipe A. Carriço disse...

Depois dessa crítica vou esperar pelo Smurfs que pelo menos foi ícone da minha infância.

Pattricia disse...

Tiago...Ainda não vi Avatar, mas creio que seja uma experiência única para quem que assiste. Cinema é assim, cada qual com sua opinião. Eu consigo gostar de uma monte de filme que ninguém gosta e detestar filme que todo mundo adora, enfim...gosto muito da suas opiniões...e posso falar melhor depois q ver o filme...

Quero mesmo é te desejar boas férias um ano especial muito dinheiro e ideias no bolso...

abçs, Pattricia ;)

Vivian disse...

...não ví o filme,
não o verei por não ser
minha praia, mas acredito
muito em você...

beijosssss, querido!

Tiago Moralles disse...

Que isso Felipe, vai conferir, é bom conflitar opiniões.
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Pat, um ótimo ano pra gente.
Vou esperar suas considerações.
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Vi, obrigado pela confiança.

Estefani disse...

Não vi o filme, mas acredito que um filme que só apresente apenas beleza e uma história fraca, realmente não dá.

Um filme não é apenas efeito visual... roteiro, atores, direção, enfim... Um filme é a junção de tudo. Uma pena que

as pessoas ultimamente tem se preocupado muito com recursos visuais e pouco se importam com o conteúdo.

Boa crítica Ti.



Beijo

Brian disse...

Já sabíamos que você, entre nós (Rodrigo, Brian e Willian) seria o único a criticar o filme. Depois de tudo isso resta apenas uma pergunta: Porque você não foi recarregar a pipoca então, seu filho da puta? RSRSRSRSRSRS.
A crítica está boa mesmo, mas eu ainda achei o filme muito bom.

Abraço brother.

Silvia disse...

Adoro smurfs mas não assisti filme p/opinar.
Agora existe tb o cinema 4D rs.Há um tempo atras tinha umas cabines moveis nos shoppings não sei se vc chegou a ver,e num tal de Alpen Park no RS tem uma sala de 4D.
É uma experiência no minimo interessante né...mas concordo contigo,não pode ser só isso.
Beijos

Marcelo Mayer disse...

eu quero assistir só para ter uma opinião. pq esse tipo de filme e, sinceramente, exageros tecnologicos não me atraem em nada.

Fernanda disse...

Ainda nem vi o filme e depois de ler o post acho que nem vou assitir não...

Tiago Moralles disse...

Valeu a todos que estão opinando, mais alguém que assistiu ao filme gostaria de defendê-lo? É sempre bom conflitar pontos de vista.

Ps.: Brian meu querido, nem comi a pipoca pra não precisar recarregar o pacote.
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Sil, não vi nada sobre as salas 4D's, mas já ouvi falar.

renata carneiro disse...

como boa cinéfila que sou, preciso conferir para depois dar minha opinião!

boas férias pra você e que 2010 amanheça bonito!

um beijo.

Renata de Aragão Lopes disse...

Assistirei ao filme,
a pedido do meu filho.

De antemão, contudo,
concordo com você:

"Se a única coisa
que um filme tem pra me passar
é a experiência visual
e sensorial,
pra mim ele não é um filme."

Beijo.

Claudilene disse...

Falou, falou, falou e não expôs nenhum defeito que realmente pudesse “prejudicar” o filme em algum aspecto!!!!

Hoje em dia NADA É CRIADO, TUDO SE COPIA, e daí???!!! Que vença a melhor cópia! Kkkkk

Quanto ao fato de ser apenas uma experiência visual e sensorial a pessoa se contradiz, afinal ela mesmo afirmou que o filme trata de um dos temas mais críticos em nosso país: as interferências humanas no meio ambiente!!!!! Ou seja, além de ser um excelente filme, traz uma mensagem muito importante, e de uma forma mágica, criativa...

Tiago Moralles disse...

Aguardarei comentários então Renatas hehe.
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Claudilene, se só o fato de ser cheio de clichês e algumas cópias (como você mesma disse) não são fatos para classificar um filme como fraco, acho que não vimos o mesmo filme.
E quanto ao tema crítico, fui irônico. Acho que para tratar disso, seria preciso muito mais do que projeções, e sim atitudes, coisa que nossos vizinhos do norte não estão muito preocupados com disseminar.

Obrigado pelo comentário.

Viviane disse...

Bom... Eu também não o assisti em uma sala da IMAX 3D e também não tive um daqueles óculos, mas saí da sala comum querendo assistir novamente só para ver o encanto que deve ser um filme desses em 3D.

Se sem todos estes recurso já achei o filme excelente, imagine usando-os?

Acho que você deve gostar de acompanhar a história da produção, filmagens etc... o que não é o meu caso. Então não tenho respaldo para debater neste sentido. Gosto de filmes e só. Antes de assistir qualquer filme, nem leio muito a respeito dele para não criar expectativas, preconceitos ou me basear em ideias de outros - leio, mas não muito.

Gosto de assistir ao filme e tirar minhas próprias conclusões. E eu achei a produção fantástica.

Com certeza o foco da produção foi o visual. Teve uma preocupação tremenda neste sentido, e não é preciso um óculos 3D para perceber isso... não tem falha, não deixa nada a desejar, foi perfeito! E foi planejado para ser perfeito!

Mas não acho que tenha sido só isso... Achei a história muito boa, muito interessante a maneira como a questão foi abordada e apresentada. Gostei da forma com que um tema tão atual foi transmitido ao público através da magia, fantasia e cores...

Não sei com quais expectativa você foi ao cinema assistir o filme, talvez tenha lido demais a respeito e tenha se decepcionado, mas na minha opinião, o filme abrange tudo e não só o visual: tem fantasia, romance e crítica social. Talvez tenha sido isso o que ele quis dizer com "estereótipo hollywoodiano", não sei... Mas uma inovação não está somente em não usar "estereótipos", mas sim na maneira atual com que características antigas podem ser reformuladas e aplicadas, e neste sentido, ele soube sim inovar.

Se Avatar não pode ser considerado um marco na inovação do cinema, não sei o que será. Até hoje não vi nada com qualidade superior a este filme para que seja considerado como tal.

Tiago Moralles disse...

Viviane, primeiro, obrigado pela atenção e dedicação no comentário.
Bem, quanto a questão de se aprofundar nas referências e informações dos filmes, acho válido. Saber quem produz, histórico dos atores, diretores e tudo mais, isso dá muita base para críticas. No caso de Cameron, por exemplo, não diria que sua trajetória é ousada.
O máximo que leio sobre um filme antes de assistir é uma resenha de 3 ou 4 linhas, só pra saber do que se trata a história.
Na questão do visual também concordo que foi bem cuidado, mas acho que isso é só um pontapé na história do cinema e que ainda pode vir muita coisa boa por aí com a mesma tecnologia, inclusive, que isso será margem para criação de outras técnicas, que isso será investido nos vídeo games modernos e tudo mais.

Gabriel Roberto disse...

Sinceramente eu apenas havia ouvido falar nesse “tema Avatar”, jamais me interessei por me aprofundar.

Mas diante do enorme falatório decidi ler algumas críticas. O que pude notar (sem saber se o que li é verdade pois ainda não assisti ao filme) foi que além do mais caro da história cinematográfica, trata de clichês Americanos e tópicos atuais sobre um futuro imaginado por nós perante ao declínio do Planeta habitado.

Também ouvi algo em relação ao tempo de produção do filme (o que ouvi foi que durou 15 anos para ser finalizado, e não que estava pronto a 15 anos!!!)

Tenho a intenção de assistir ao filme, pela curiosidade da Super Produção e pela história que se apresenta.

Tiago Moralles disse...

Opa, interessante você querer se aprofundar no tema, aconselho, é a melhor forma de podermos discutir. O filme sim é o mais cara da história, mas não estava pronto, o que estava iniciado era o projeto.
Aguardo suas considerações pós filme.

Ranzinza disse...

Farei o seguinte: Levarei meu sobrinho, se for ganho, se for ruim, dou um cascudo no moleque.
Ah! Como é bom ser um tirano...

Sakana-san disse...

Também não vou ao cinema para rir ou chorar com efeitos de CG. Achei que Avatar fosse mais surpreendente ou envolvente. Vou gastar meus ingressos promocionais do Cinemark com outro filme.

Tiago Moralles disse...

Não Saka, vai lá, depois volta aqui, é sempre bom outras opiniões.
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Ranzinza honrando o nome hehe.
Abraço.

Sidnei Justino disse...

Você que escreveu esta crítica não consegue ver nada “além”. Como alguém pode assistir Avatar e não achar pelo menos interessante? Você mesmo se contradiz, quando falou que o filme aborda as questões de aquecimento global e o homem destruindo a natureza, e no final fala que o trabalho é apenas bonito. Você não foi feliz nas suas conclusões. Concordo com você apenas quando fala sobre situações Hollywoodianas e algumas partes até mesmo previsíveis.

Quando algo inovador sai, logo críticos saem a procura de alguma HQs, filmes de baixa circulação, history-boards, algum filme que saiu apenas em determinados bairros do interior da cidade de Pequim, algumas obras da Indonésia, qualquer coisa para desdenhar da obra, apenas no intuito de dizer: “Já vi isso antes”.

Na minha opinião, Avatar sagrou-se um dos melhores filmes do ano, senão “O” melhor do ano. O filme passa uma mensagem muito importante sobre os problemas enfrentados pela humanidade hoje. A inovação que o critico não conseguiu enxergar não está no roteiro, pois esses roteiros malucos com histórias surpreendentes tem aos montes por ai, basta uma simples consulta ao Google que vai aparecer trocentos deles, porém, como eu já havia lido em revistar especializadas na arte digital, a “revolução” aconteceria por parte do trabalho gráfico feito no filme. Foi usada tecnologia inovadora para as animações, tanto que é difícil de crer que “Pandora” não exista realmente. Ai que está a revolução, no visual! Tudo é perfeito, a floresta, os animais, principalmente os personagens, um amigo me disse que depois de ver o filme acha que o atores vão ficar desempregados, tamanho o grau de realismo que foram geradas as imagens.

Minha experiência foi também numa sala de cinema convencional, mas com certeza vou voltar para conferir em 3D ou em IMAX.

Tiago Moralles disse...

Caro Sidnei, a história em questão, a qual foi citada como semelhança e não cópia, é Timespirits, uma edição da década de 80, produzida pela Marvel, empresa fundada em 1939 e responsável pela criação de personagens como: Homem Aranha, Wolverine, Hulk, X-Men, Homem de Ferro, Capitão América, Motoqueiro Fantasma, Blade, Quarteto Fantástico, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Surfista Prateado e outros. Portanto não é um “filme de baixa circulação, ou algum filme que saiu apenas em determinados bairros do interior da cidade de Pequim e muito menos algumas obras da Indonésia”.

Mas, esse não é o assunto em questão, não me contradigo, e acho que isso já é algo comum entre as massas, a não compreensão da ironia, quando digo que o filme traz um debate sócio-ambiental, é exatamente o ponto onde a história já perde força, é um tema recente, mas em compensação, já batido, um discurso politicamente lindo, mas hipocritamente prático.

E colocar Avatar como o melhor filme do ano, acho que é abusar um pouco da falta de referências. E digo mais, ainda é capaz da Academia, premiar esse filme tendo a mesma visão fechada de muitos.

Ainda a tempo, sobre a tecnologia inovadora, foram criadas câmeras especiais para captação de imagens nesse filme. Aí entra exatamente o que disse há uns posts acima, isso pode ser o pontapé.

Valeu pelo seu ponto de vista. É sempre bom confrontar opiniões.

HSLO disse...

Gostei da crítica...quero assistir.

abraços

Hugo

[ rod ] ® disse...

Eu já não ia assistir, porque não é meu foco este tipo de filme e depois de te ler só fez confirmar tudo o que penso... abs meu caro.

Ityara disse...

eu sinceramente não consegui terminar esse filme.
achei muito mistura de X-men com joguinho de PS ação que possui bichinhos esquisitos.
HUASHUASHUASHU

não gosto desse tipo.


e ah, eu amo seus textos e microcontos :)

Vivian disse...

...Tiago querido,

Natal é Paz, Natal é Amor,
Natal é Luz de nome JESUS!

...à você que caminhou comigo
por todo este tempo, e que
por isso considero um amigo
especial, um irmão de caminhada
nesta jornada terrestre,
à você que comigo "trocou"
tantos pensamentos e idéias
do bem,
quero deixar meus sinceros desejos
de que tenhas um maravilhoso NATAL!

um beijo!

Tiago Moralles disse...

Hugo, depois volta pra falar o que achou então.
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Rod, é um bom entretenimento, nada mais que isso.
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Que fofa Ityara, obrigado pelo carinho.
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Vi, obrigado pelas palavras.
Uma jornada dura, mas prazerosa.
O dobro de carinho pra gente em 2010.

Diu Mota disse...

Vou opinar porque é seu blog: prefiro Caverna do Dragão. Não que seja contra a tudo que se mostre uma inovação tecnológica, mas porque cinema pra mim é muito mais que imagens e sons. Difícil falar sobre Avatar pra quem curte a história de Mazzaropi e se diverte toda vez que assisti Tapete vermelho.

Tiago Moralles disse...

Valeu Diu.

Diu Mota disse...

Ah! tô seguindo agora mostrando as caras. Espero vê-lo sempre.

Abraço de redatora para redator. rsrs..
Inté

Bruno Philipppsen disse...

Não gosto de preciosismos em nenhuma arte. Qualquer obra de arte é um conjunto de elementos, um todo organizado de sentido. Se um aspecto ofusca os outros, acho que a obra não se realizou plenamente. Vi o trailer e já achei que seria assim mesmo... Teu post foi a confirmação para a minha falta de vontade de assistir ao filme. Valeu pelas visitas lá no Antipalavras! Boas festas por aí!

Eduardo Santos disse...

Oi, Thiago! É a primeira vez que visito seu blog, espaço bem interessante, retornarei sempre. Quanto ao filme, eu assisti em 2D e 3D, e afirmo que quem não viu em terceira dimensão não experimentou de todo a revolução propagada pelos seus produtores. Cada plano tem profundidade, cada planta, bichinho esquisito ou Na'vi parece mais real através dessa experiência. A tal revolução refere-se a tecnologia empregada na feitura da obra, exclusivamente, tanto que mesmo tendo uma primeira versão do roteiro pronta desde 1995, Cameron, sabia que não haviam recursos tecnológicos disponíveis naquele momento para a sua realização, por isso logo após Titanic, ele iniciou sua pesquisa na busca de soluções para essa questão, tendo como parceiros além da Weta, empresa de efeitos responsável também por O Senhor dos Anéis, outros gigantes do nível da Panasonic, que desenvolveu cameras e lentes específicas para o projeto. Estima-se que o custo total do empreendimento esteja entre 400 a 500 milhôes de dólares.
Quanto aos demais aspectos do longa, concordo que não há aprofundamento nos temas abordados, mas quem conhece a obra do cineasta sabe que isso nunca foi o forte dele. Trata-se de uma aventura com elementos suficientes para cativar e até mesmo emocionar o público, quem gostou de Titanic, deve se encantar com este também. Bom, esa pelo menos é a minha opinião.

Tiago Moralles disse...

Estamos sempre aí Brunão.
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Eduardo, boa colocação.
Lúcida e pertinente.
Acho que preciso ver mesmo em 3D para ver essa riqueza, mas como você disse, conhecendo Cameron, sabemos que não ia mudar muita coisa.
Abraço e volte sempre, as portas TCP/IP estarão sempre abertas hehe.

Ana disse...

Como não assisti ainda sou meio suspeita pra comentar, espero que você tenha uma boa indicação para Atividade Paranormal, próximo da minha lista, se é que quando eu tiver tempo ainda estará em cartaz.

Fernanda. disse...

Vou assisti essa semana, depois volto aqui para dizer que concordo contigo ou não. :)

No mais, desejo antecipadamente: BOAS FESTAS.

beijões

Tiago Moralles disse...

Aninha, coincidência, esse aí acho que vejo essa semana, te aviso hehe.
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Fê, aguardo.
Obrigado e boas festas pra nós.

Renata Luciana disse...

Ti,

feliz por ter conhecido essa tua 'varanda' arejada e carregada de idéias, te espero em 2010.

suave sorriso, micro, macro beijos.

Tiago Moralles disse...

Não só a varanda, a casa toda.
Estaremos aí sim, com muitas ideias e carinho.
Microbeijo.

carolina disse...

devo me considerar uma aberração por não ter visto sequer o trailer?

Nathi disse...

Vi o trailer e realmente é uma experiência sensorial incrível... Bom, verei o filme de fato e volto com um comentário relevante.

:) Boas férias!

Pedro Gabriel disse...

Primeira vez por aqui. Adorei seu blog.

Bom final de ano!

grande abraço.

Tiago Moralles disse...

Já sinta-se em casa Pedro.
Volte sempre. 2010 promete fortes emoções hehe.
Microabraço.

Vivian disse...

...querido lindo,

...hoje não venho aqui para comentar seu post,
e sim para virtualmente lhe deixar
o meu carinho e o meu abraço
desejando-lhe TUDO e NADA.

TUDO de bom,
e NADA de ruim neste 2010
que desponta com ares
de amor e paz!

e assim será!!

um beijo!

Tatá R. da S. disse...

Eu vi o filme, achei divertido, porém cliché.
E não vi ele em 3d e pra piorar vi dublado.
Mas foi um intretenimento apenas.
=*

Priscila Rôde disse...

Não assistir ainda mas, pretendo ainda nesse final de semana!
Vou ver se concordo contigo.. ou não. rs

Beijo enorme.
Boas ondas em 2010!

Tiago Moralles disse...

Pra nós Vi.
Obrigado por passar aqui.
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Só entretenimento Tatá, só.
Valeu pelo comentário.
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Pri, vou aguardar sua opinião então.
Felicidades também.
Microbeijo.

Rodrigues, K. disse...

Vou assistir ao filme primeiro, depois volto pra comentar.

Admito que pelo que já vi até agora, a beleza do filme me chamou a atenção, veremos a história né, um filme precisa ser completo pra ser considerado um bom filme.

Beijo.

[ joe ] disse...

Já que o post se prestou a isso, vou dividir minha experiência com o filme: Perdi os 5 primeiros minutos, e já de cara tive dificuldades para acompanhar a história. Fiquei impressionado com o resultado visual do filme, mas meu envolvimento só ia até aí. Com pouco mais de 20 minutos de filme, cochilei (!), acordei um tempo depois e já não tinha esperança de conseguir entender o esquema da galera invadindo o mundo do povinho azul. Com 1h e pouco de filme, desisti de tentar e fui embora. Tava um pouco irritado com a pieguice do roteiro. Coitadas das crianças que forem assistir a esse filme, que devem entender ainda menos que eu - mas, de qualquer forma, não se trata de um filme infantil.
Concordo com o que disseram aí em cima, que cada um tem uma experiência com o filme, mas a minha foi essa: não rendeu nada, só achei os efeitos especiais muito bons. E foi só. Já a crítica do Correio Braziliense coroou o filme com 5 estrelas. Vai saber.

[j]

Tiago Moralles disse...

Pequena Kah, volta sim pra dizer o que achou.
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Wando, valeu pelo apoio hehe.

Talita Prates disse...

bonito,
não vi o filme.
por isso não quis ler tua crítica (ainda).

passei mesmo para deixar votos
de dias-novos repletos para vc.

bjo. macro.
e paz.

tá.

Estefani disse...

Voltando aqui para deixar meu parecer pós filme...hehe

Tive que ir ao cinema conferir este trabalho, aliás, depois de tantos, contras e a favores. É realmente de deixar em dúvida o que opinar.

Não pretendo nem falar do diretor, nem dos autores, pois não entendo muito disso e não me sinto capaz de fazer um julgamento a altura. Mas do filme em si. Concordo com você a sequência é incrivelmente só de clichês, era claro que eu podia acertar em cheio como seria a próxima cena, e o final, não teve novidade.

O filme não pôde fugir ao fato de ser o típico produto do sistema que pretende criticar: os maus sacrificam a dignidade e o respeito pela Natureza e outras culturas em nome do lucro e da ganância, o filme sacrifica a riqueza e consistência do argumento em nome do lucro e de uma ideia de sucesso. Mas a tecnologia de Avatar é realmente espantosa.

O que me intrigou bastante foram as pessoas que estavam no cinema. O filme conseguiu entreter e fazer sonhar diversos telespectadores, digo porque eu vi, crianças, adolescentes e até senhoras(es) de mais idade se fascinaram do início ao fim.

Mas é isso ai o visual que vai prevalecer muitos comentários por um bom tempo. Ah e já fiquei sabendo que no meio do ano terá sequência, vamos esperar no que vai dar.

Pedro Hutsch Balboni disse...

Fala Tiago. Antes de nada, bom ano!

Cara, adorei seu texto, mas aí fui ver o filme...

Achei todos os clichês bem colocados para reforçar arquétipos, do visual não preciso falar nada, a mensagem eco-bacana foi dada pelo visual, e não apenas pelos verbos, o que é de um valor raro.. enfim, assim que der escrevo algo. Mas li seu texto e fui pro cinema, sem esperança de que ia gostar. E me surpreendi durante o filme inteiro.

pitombo disse...

Tiago...

Finalmente assisti Avatar e gostei muito...Concordo que tem clichês, mas gosto do cinema que faz sonhar. Este filme me fez sonhar. Bem,sou daquelas que gosta de acreditar e o filme pode servir também como reflexão do que fazemos em nossas vidas e do que o homem é capaz de fazer a si mesmo e com planeta por poder e dinheiro...Daí o filme valer, pois atinge as massas e as massas mesmo entorpecidas podem mudar alguma...Como te disse, sou uma sonhadora,por isso o filme me encantou, além do mais: achei lindo o ecossistema de Pandora, as luzes,as cores...Enfim, eu preciso sentir, para gostar ou não de algo...e gostei de Avatar.
Mesmo sabendo que não muda nada,
que é a industria de hollywood,não custa ter esperanças...

Abçs, :)) Pattricia