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Muito se fala sobre as estratégias de marketing (não-político) usado por Obama e companhia nas eleições americanas de 2008. Um marco para comunicação e um pontapé nas mídias digitais (politicamente falando). Passei uma rápida vista por meus feeds com o objetivo de levantar alguns links e detalhar o tema, mas a quantidade de informações despejadas na rede me fez concluir que não é muito necessário.
Há algum tempo, comentei aqui sobre as possibilidades que o governo do (na época) futuro presidente, poderia passar. Apenas chutes, nada de torcida nem previsões, só quis falar o que ninguém estava dizendo.
Agora, mais recentemente, uma postagem no Twitter, fez-me refletir sobre novas perspectivas. Toda massa agitada em volta do fenômeno (não o Ronaldo), com suas bandeiras, ideais e uniformes, colocou fresca em minha mente a estratégia que Joseph Goebbels (Ministro das Comunicações) fez para o governo Hitler.
Daremos uma pausa na reflexão para explicar. Não estou comparando as políticas nem muito menos os objetivos. Voltando.
O poder de comunicação que estava ao alcance de David Axelrod (responsável pela Obamania), foi usado ao extremo, assim como Goebbels fez uso de tudo o que tinha em mãos. Goebbels massificou suas propostas nazistas e Axelrod suas propostas revolucionárias. Goebbels fez de Hitler um ícone, com direito a cartazes e posters das mais variadas qualidades gráficas e apelativas, idem Axelrod. Os discursos de Hitler eram aclamados e ouvidos com euforia sob uma Alemanha frágil perante as dificuldades e desempregos do pós-guerra, ao mesmo modo que os discursos de Obama eram freneticamente acompanhados sob uma América carente e em crise.
A gana que o povo aclamava e aclama tais referências históricas de governo, não será esquecida tão fácil, graças as suas formas ousadas e inovadoras de marketing político. Não só as estratégias, mas os mandatos também serão lembrados por muito tempo. No caso de Hitler, infelizmente devido a sua brutalidade e ideais ego-preconceituosos. E no caso de Barack Obama, por sua ainda precoce política de boa vizinhança e a prematura visão de mudança global. Aguardemos.

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Muito se fala sobre as estratégias de marketing (não-político) usado por Obama e companhia nas eleições americanas de 2008. Um marco para comunicação e um pontapé nas mídias digitais (politicamente falando). Passei uma rápida vista por meus feeds com o objetivo de levantar alguns links e detalhar o tema, mas a quantidade de informações despejadas na rede me fez concluir que não é muito necessário.
Há algum tempo, comentei aqui sobre as possibilidades que o governo do (na época) futuro presidente, poderia passar. Apenas chutes, nada de torcida nem previsões, só quis falar o que ninguém estava dizendo.
Agora, mais recentemente, uma postagem no Twitter, fez-me refletir sobre novas perspectivas. Toda massa agitada em volta do fenômeno (não o Ronaldo), com suas bandeiras, ideais e uniformes, colocou fresca em minha mente a estratégia que Joseph Goebbels (Ministro das Comunicações) fez para o governo Hitler.
Daremos uma pausa na reflexão para explicar. Não estou comparando as políticas nem muito menos os objetivos. Voltando.
O poder de comunicação que estava ao alcance de David Axelrod (responsável pela Obamania), foi usado ao extremo, assim como Goebbels fez uso de tudo o que tinha em mãos. Goebbels massificou suas propostas nazistas e Axelrod suas propostas revolucionárias. Goebbels fez de Hitler um ícone, com direito a cartazes e posters das mais variadas qualidades gráficas e apelativas, idem Axelrod. Os discursos de Hitler eram aclamados e ouvidos com euforia sob uma Alemanha frágil perante as dificuldades e desempregos do pós-guerra, ao mesmo modo que os discursos de Obama eram freneticamente acompanhados sob uma América carente e em crise.
A gana que o povo aclamava e aclama tais referências históricas de governo, não será esquecida tão fácil, graças as suas formas ousadas e inovadoras de marketing político. Não só as estratégias, mas os mandatos também serão lembrados por muito tempo. No caso de Hitler, infelizmente devido a sua brutalidade e ideais ego-preconceituosos. E no caso de Barack Obama, por sua ainda precoce política de boa vizinhança e a prematura visão de mudança global. Aguardemos.









