Microconto #250

No farol,
junto com as bolinhas,
o menino catarrento,
jogava a esperança também.

15 comentários:

C.Antonholi disse...

Realidade contundente

Michele P. disse...

É sempre assim.

Casa de Mariah disse...

até que um motorista apressado as esmagou! (as esperanças, não as bolinhas)

Tiago Moralles disse...

Boa Mariah hehe.

Felipe Carriço disse...

E ai deles deixar que elas caiam.

Lara Amaral disse...

Bolinhas jogadas como sonhos de sabão.

Beijo.

gabriela marques. disse...

a esperança nunca se acaba... vai ver ele tinha esperanças demais...

Erica Ferro disse...

E quando não sobrar mais nenhuma bolinha?
O que acontece?

Ficarei refletindo sobre isso.

- - -

E tu vives pensando muito, hein? Gosto muito dos seus microcontos.

Um abraço.

Tiago Moralles disse...

Restará esperança?

Luciana Brito disse...

Esperança, sempre ela pintando tudo de verde, mesmo quando a realidade é cinza.

beijo.

Ná Lima disse...

Malabarista de um circo sem futuro, talvez.

Tiago Moralles disse...

"Circo sem futuro", gostei da metáfora.
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Microbeijos Lu.

Tatá R. da S. disse...

A esperança tem 2 lados. Não sei até onde gosto dela. Nos faz continuar mesmo com a vida judia da gente.
Mas estes perseverantes são os mais admiráveis.
E bah, também estou catarrenta! D= haha
Beijo.

Renata de Aragão Lopes disse...

Pra que, talvez,
fosse acolhida
por algum transeunte...

"Um sonho possível"

Camila de Souza disse...

Eu podia jurar que já tinha comentado nesse. Que cabeça.

É um bom momento, Ti. Um dos teus melhores momentos esse.

Beijo,
Camila