Microconto #293

Vende-se coisas sem importância.
Tratar direto no asilo.

7 comentários:

Por que você faz poema? disse...

O asilo guarda "coisas" sem importância, para filhos sem consideração ou memória.

Ju Fuzetto disse...

E cada coisa passa a ser apenas mais um farelo de muitas memórias tristes...

Um beijo. bom final de semana!

Vinícius F. Magalhães disse...

A 'desimportância' da senilidade.
:(

Luciana Brito disse...

Um velhinho que está a vender coisas sem importância, que tal?

xD

Lúu Almeida disse...

Coisas sem importância no fundo
tem sim uma importância.
É como o figurante, sem ele não há
cena.. faz falta!

Flores!

Renata de Aragão Lopes disse...

Triste realidade.

jair e. disse...

Tiago, é mais uma brincadeira; espero que não leve a mal. Não tinha lido antes. Venho ao seu blog para aprender um pouco a ser mais sintético nos meus microcontos... Mas lá vai, que não consegui resistir. Sabe o que estavam vendendo ali também? A letra "m" do "Vende-se", que antes, corretamente, alguém tinha escrito "Vendem-se coisas..." Realmente, a situação do asilo estava deplorável...