Microconto #340

No fantástico mundo da digitalização, as teclas viravam bits e chegavam do outro lado em forma de poemas cibernéticos.

8 comentários:

Luis Felipe de Assis Pinheiro disse...

Aquela ideia do chocolate via TV é genial mesmo...

Abraço!

jair e. disse...

De algum modo isso me lembrou um pouco de Aldous Huxley, que foi buscar em Shakespeare inspiração para seu livro mais conhecido. Permita citar: "Ó, maravilha! Que adoráveis criaturas aqui estão! Como é belo o gênero humano! Ó admirável mundo novo, que possui gente assim!" (William Shakespeare, A Tempestade, Ato V). Melhor que você, ou o personagem, tenha vindo para esse "fantástico mundo" e deixado um pouco (ou para sempre) o "castelo frio e assustador" do microconto 339 (ecos também de Uma canção de pedra, de Iain Banks; não recomendo). Não é crítica, apenas uma observação (ninguém é perfeito; sou prolixo, talvez mais lixo que pro). Até mais ler.

Tiago Moralles disse...

Interessante ter citado Admirável Mundo novo, é um livro bem importante pra mim. Foi ele que me dispertou o interesse pela literatura. Foi meu iniciador. Minha puta literária.

Vinícius F. Magalhães disse...

E graças a isso podemos desfrutar dos versos globalizados que ligam nosso olhos ao mundo.

obs: Obrigado pela contribuição!

Tiago Moralles disse...

Contribuição não. Parceiragem.

Lara Amaral disse...

Muito bom, Tiago!

Abraço.

Marcelo R. Rezende disse...

3 vezes viva à digitalização.
o/

Pedro disse...

Até o windows dar pau.