Calou-se o choro... Quebraram-se os pequeninos sorrisos... E assim fez-se o mais funebre silencio. Nem a cotovia que desavisada, cantava todas as manhãs, se atreveu a dar um pio. Silenciou-se naquele momento a vida!
Hélio, gosto disso. Acho que dá margem a muitas complementações. Ninguém mais ouviu o bebê por quê? Aconteceu algo com ele? Aconteceu algo com alguém? Enfim, cada um pende pra onde é mais cômodo. Microabraços.
10 comentários:
Dá muito o que pensar... Perfeito!
Calou-se o choro...
Quebraram-se os pequeninos sorrisos...
E assim fez-se o mais funebre silencio.
Nem a cotovia que desavisada, cantava todas as manhãs,
se atreveu a dar um pio.
Silenciou-se naquele momento a vida!
beijos achocolatados
Brigado Sandra, pela complementação.
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Hélio, gosto disso. Acho que dá margem a muitas complementações. Ninguém mais ouviu o bebê por quê? Aconteceu algo com ele? Aconteceu algo com alguém? Enfim, cada um pende pra onde é mais cômodo.
Microabraços.
Pensei numa cena macabra.Assustador.
:O
Boa semana Thiago!
Deram-lhe uma chupeta! : )
Depois daquela noite. Ele sorriu quietinho....
Sabe-se lá o que aconteceu com aquela criatura.
Flores!
Morria a criança em si.
Depois daquela noite, o casal enfim mudou-se para uma casa maior.
Ti, adoooooro tudo que você escreve.
Bjus
val
Val, querida, assim avermelha.
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Viertel, bom olhar, não tinha pensado assim, pra dentro. Gostei.
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Ju, que meigo hehehe.
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Beijo criatura Lu.
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Mi, sempre me vem o macabro primeiro hehehe.
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Rê, quanto tempo. Tô sempre lá, viu?
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