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Microcontos
outubro 02, 2009
Microconto #140
Os humanos sem chuveiro, dividiam em casa, sob o teto de uma noite fria, os restos de comida, que os cães não queriam.
Comentários
Anônimo disse…
É a lei das sargetas.
Natalya Nunes
disse…
A humanidade é desumana =/
Não teve como não lembrar de Manuel Bandeira:
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos
Quando achava alguma coisa
Não examinava nem cheirava
Engolia com voracidade
O bicho não era um cão
Não era um gato
Não era um rato
O bicho, meu Deus, era um homem.
Barbara C
disse…
Bem lembrado o poema do Bicho, uns tem tanto outros tem tão pouco!
Victor Carvalho
disse…
O Brasil e suas verdades incovenientes.
João Marcelo
disse…
Minha leitura foi diferente. Imaginei um "planeta dos macacos", mas com cães dominando os homens.
Tiago Moralles
disse…
Começamos na Terra e segundo o João já chegamos longe.
Vamos ver onde vai parar.
Iasnara
disse…
rica e belíssima construção. parabéns, Ti.
me fez pensar: há beleza na tristeza?
Gordinha
disse…
"E essa justiça desafinada, é tão humana e tão errada"
Renata de Aragão Lopes
disse…
A cruel realidade
retratada nos microcontos
139 e 140.
Perfeitos!
Beijo,
doce de lira
Rodmoralles
disse…
#fodapracaraleo
Tiago Moralles
disse…
Referências, referências.
Reais, mas referências.
_
Rê, valeu.
_
Oh, Rodrigão, quanto tempo meu velho, saudade.
T. Albuquerque
disse…
Não teve como não lembrar de Ensaio sobre a cegueira. Ótimo.
Flor de sal
disse…
girando.... e cheguei aqui, bom de ficar.
Estou lá na ciranda.
www.estadodeentrega.blogspot.com
Um abraço!
Talita Prates
disse…
Acho que acontece
mais do que imaginamos.
Antes fosse
apenas mais um
microconto perfeito
do Tiago.
Bjo!
Boa semana. :)
Tiago Moralles
disse…
Ensaio, bem lembrado Thaís, triste e sujo.
_
Re, pode chegar sempre. O bom é ter você por aqui também.
_
Tá, triste e real como lembrou a Thaís.
Lara Amaral
disse…
Às vezes o papel se inverte mesmo.
Gostei dos seus contos.
Abraços.
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Comentários
Não teve como não lembrar de Manuel Bandeira:
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos
Quando achava alguma coisa
Não examinava nem cheirava
Engolia com voracidade
O bicho não era um cão
Não era um gato
Não era um rato
O bicho, meu Deus, era um homem.
Vamos ver onde vai parar.
me fez pensar: há beleza na tristeza?
retratada nos microcontos
139 e 140.
Perfeitos!
Beijo,
doce de lira
Reais, mas referências.
_
Rê, valeu.
_
Oh, Rodrigão, quanto tempo meu velho, saudade.
Estou lá na ciranda.
www.estadodeentrega.blogspot.com
Um abraço!
mais do que imaginamos.
Antes fosse
apenas mais um
microconto perfeito
do Tiago.
Bjo!
Boa semana. :)
_
Re, pode chegar sempre. O bom é ter você por aqui também.
_
Tá, triste e real como lembrou a Thaís.
Gostei dos seus contos.
Abraços.