O livro esquecido depois do fim

Não mesmo.
Não volte pra buscá-lo, na esperança de um sexo descompromissado, daqueles gostosos que só você sabe fazer.
Tocando-me de um jeito único, molhando-me com sua saliva e me arrepiando em sua respiração.
Não mesmo.
Não me venha com esse jeito safada que eu amo, de mancinho, me pegando de noite por baixo do lençol.
Não mesmo.
Deixe-me sozinho. Não quero essa boca em meu corpo.
Não mesmo?

15 comentários:

Encantada disse...

essas idéias pegam as rédeas do meu subconsciente...

Natalya Nunes disse...

Olha só, um conto que ficou em cima do muro.


Nada como uma história quente em um dia idem.

Felipe A. Carriço disse...

Não mesmo?

Talvez não a mesma...

Tiago F. Moralles disse...

Minhas dúvidas são quentes, ela também tem dúvidas e como a Rê disse, coisas simples que mexem com o subconsciente.

Gordinha disse...

"Ninguém sabe fazer o que você me faz"

Tô meio musical ultimamente!

=D

Mauro Paz disse...

Perai,
esse poema não é referente a um conto teu que já li?

Muy bueno.

Báh disse...

Uau! toca no subconsciente mesmo!
fiquei imaginando ...deixa pra lá!

Tiago F. Moralles disse...

A Tálita musicaliana e a Bárbara imaginativa. Báh, não guarda não, falaí.
_

Maurão, o mais perto que lembro foi esse aqui, tanto que o nome é uma continuação: http://tfmoralles.blogspot.com/2009/05/depois-do-fim.html

Iasnara disse...

nada que outras leituras não resolvam.

Bia =D disse...

De certa forma, acho que vc perde um pouco da sutileza qd fala de..."relacionamentos". Ok. Vou cuidar da minha vida rs

Tiago F. Moralles disse...

Bia, infelizmente os relacionamentos nunca foram sutis.

Gessica Borges disse...

A última frase fez deste um dos meus prediletos. Haha.

beijo*

Renata de Aragão Lopes disse...

Xiiiiiiiiiiii! (risos)

A Moni. disse...

Razão e coração em conflito.
Vence quem tiver mais sangue pra dar...

E aí???

Ana disse...

Tão eu isso.