Microconto #224

O escritor solitário conversava com o papel,
o papel respondia em argumentos vazios
e a literatura se enchia de sofridos devaneios.

12 comentários:

Marcelo Mayer disse...

pelo menos não errou o verbo. esquecer

Lara Amaral disse...

É bem assim mesmo, que incrível!

Beijos.

Natalya Nunes disse...

Ai ai, as crises literárias...

Tiago Moralles disse...

Ah, as crises.

Dani Brito disse...

nem sempre é possível expressar o que a gente sente, num papel...

Beijo

Fernando Ramos disse...

Coisa de poeta. Não há sobre o que escrever, fale de tristeza.

Fernando Ramos
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Estefani disse...

Tempo de renovar ideias.

Beijocas! =*

Tatiane Lemos disse...

Vc só escreve coisas pequenas, mas que tem todo um significado imenso, gosto de coisas assim*

Afagos...

Renata de Aragão Lopes disse...

O papel,
por vezes,
até emudece.

Tiago Moralles disse...

Dani, Fã e Rê, o papel guarda muitos segredos.
_

Fernandão, poeta é deprê hehe.
_

Tati, afagos recebidos, fizeram bem nessa manhã chuvosa.
Microbeijo.

Movimento Espírita disse...

LINDO!!!!!!!!!!!!!!!!

Felipe A. Carriço disse...

Segundo sua própria teoria, a gente só escreve sobre escrever quando não consegue escrever nada. Acertei?